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VideBula é eleito o terceiro melhor podcast de saúde do país

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O podcast da Radioagência Nacional, VideBula, é um dos campeões do Prêmio Melhores Podcasts do Brasil 2025.

A produção ficou em terceiro lugar na categoria “Saúde e Bem-Estar”. O podcast com foco em saúde e direitos tem como base a conversa com especialistas, mas preza pelo formato descontraído e acessível. Na pauta, temas como acessibilidade, diagnóstico, tratamento, benefícios sociais… 

O podcast é produzido por Raíssa Saraiva e Patrícia Serrão, jornalistas da EBC que vivem com doenças raras. Para Patrícia, é justamente essa condição que garante o enfoque inovador do podcast. 

“Eu e Raíssa estamos muito honradas desse terceiro lugar da categoria Saúde do Prêmio Melhores Podcast do Brasil. Porque somos duas mulheres com doenças raras que produzimos um podcast do ponto de vista da pessoa com deficiência, com doença invisível e a gente conseguir ter essa representatividade e essa visibilidade é muito importante. Eu com síndrome de Ehlers-Danlos, a Raíssa com esclerose múltipla, ambas trabalhando e produzindo e ouvindo a comunidade rara”.

Lançado em abril de 2025, o programa é publicado semanalmente, sempre às terças-feiras, e segue no ar até o dia 2 de dezembro, data de lançamento do último episódio da primeira temporada. Raíssa conta que, nesse intervalo, a resposta dos ouvintes mostrou a importância da representatividade. 

“Esse reconhecimento é muito bacana porque mostra como é uma comunidade que precisa de voz, tanto as pessoas com deficiência, com doenças raras, os neurodivergentes. No nosso primeiro ano do VideBula a gente tem recebido feedbacks maravilhosos, experiências maravilhosas. E isso mostra o quanto pra gente é importante ter essa representatividade, o ‘nada sobre nós sem nós'”. 

Quanto à segunda temporada, Patrícia avisa que, se depender dela, o programa continua. 

 “Fazer episódios cada vez mais inclusivos é muito importante para a gente. Espero que ano que vem a gente consiga continuar com esse crescimento e com esse trabalho do VideBula”.

A cerimônia de anúncio dos vencedores foi nesta segunda-feira (17), na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo. 

O Prêmio Melhores Podcasts do Brasil está na sua segunda edição. Neste ano  foram 527 inscritos em 28 categorias. Os vencedores foram escolhidos por voto popular. Todos os episódios do VideBula estão disponíveis no site da Radioagência Nacional e nos principais tocadores de áudio.

Esse não é o primeiro prêmio do VideBula. Ele já foi destaque do Prêmio Einstein +Admirados da Imprensa de Saúde, Ciência e Bem-Estar. A produção também divide o Top 3 + Admirados na categoria Áudio.


Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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