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Seis filmes seguem na disputa para representar o Brasil no Oscar 2026

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A Comissão de Seleção da Academia Brasileira de Cinema elegeu os seis filmes nacionais que seguem na disputa para representar o Brasil como candidato ao Oscar 2026 na categoria de Melhor Filme Internacional.

Após reunião nesta segunda, foram escolhidos os filmes: “Oeste Outra Vez”, vencedor em várias categorias no  Festival de Gramado do ano passado, entre elas, melhor filme; “O Último Azul”, vencedor do Urso de Prata do Festival de Berlim 2025;  “O Agente Secreto”, que venceu dois prêmios na edição mais recente do Festival de Cannes – melhor diretor para Kleber Mendonça Filho e melhor ator para Wagner Moura; o filme “Manas”, dirigido por Marianna Brennand, que recebeu mais de 20 prêmios em festivais de cinema internacionais; Kasa Branca, de Luciano Vidigal, que recebeu quatro prêmios no Festival do Rio, entre eles o de Melhor Direção; e a obra com temática LGBTQIA+ “Baby” de Marcelo Caetano, que recebeu prêmios em vários festivais como o de Cannes.

Os seis selecionados fazem parte de uma lista de 16 obras inscritas, inicialmente. Mas, para concorrer ao Oscar de Melhor Filme Internacional, somente um, entre os SEIS escolhidos nesta segunda, segue com a possibilidade de representar o Brasil numa vaga na premiação americana.  

A Comissão da Academia Brasileira de Cinema é composta por 15 membros titulares: 12 eleitos em votação entre os sócios da Academia e outros 3 membros, indicados pela diretoria;  todos são do setor cinematográfico brasileiro, mas não necessariamente associados à Academia. Na próxima segunda-feira, 15 de setembro, o Comitê se reúne mais uma vez para a decisão final do título brasileiro escolhido.

O anúncio oficial de todos os indicados ao Oscar está previsto para 22 de janeiro do ano que vem; e a cerimônia de entrega das estatuetas está marcada para 15 de março de 2026.

*Reportagem de Madson Euler


Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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