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Festival Praça Viva reúne cultura e gastronomia no Grande Mucuripe

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O terceiro Festival Praça Viva acontece amanhã (16), a partir das 16h, na Rua Olga Barroso, no Grande Mucuripe. A iniciativa é do Instituto Olga Barroso, que atua na região executando ações nas áreas de cultura, educação, cidadania e inclusão social.

A presidenta do Instituto Olga Barroso, Val Lorenço, fala sobre o festival:

“O evento reúne música, circo, manifestações da cultura popular, gastronomia, artesanato, tudo de forma gratuita. A proposta é ocupar o espaço público com arte, fortalecendo os vínculos comunitários. O público vai encontrar uma programação muito diversa e voltada para toda a família. Teremos as apresentações de circo […], o Coco de Praia do Iguape, com o mestre Chico Casueira, além de shows musicais […]. Haverá comidas típicas, feiras de artesanato e exposições de peças como crochê, bordado, renda […] e pinturas em tecido.”

Cultura local

O festival reúne moradores do Grande Mucuripe, artistas e visitantes, tendo como foco a cultura local. Val Lorenço, presidenta do Instituto Olga Barroso, explica por que o Mucuripe é a área escolhida para o evento:

“O festival nasce dentro do próprio território onde o Instituto Olga Barroso atua desde 2019. O Grande Mucuripe é uma região muito rica culturalmente, com forte identidade popular e tradição comunitária. A escolha acontece justamente pela relação direta com os moradores e pelas necessidades identificadas no território.”

Doações

Como ingresso, é solicitada a doação de 1 kg de alimento não perecível. A presidenta do Instituto Olga Barroso, Val Lorenço, explica para onde irão as doações e o impacto do festival junto à comunidade do Mucuripe:

“O impacto é muito positivo porque o festival movimenta a economia local, fortalecendo os artistas da região, e cria um ambiente de pertencimento e valorização na comunidade. As doações serão destinadas às ações sociais desenvolvidas pelo Instituto Olga Barroso junto com as famílias em situação de vulnerabilidade.”

O Festival Praça Viva faz parte das ações do Ministério da Cultura, via Política Nacional Aldir Blanc, com apoio do governo do estado, por meio da Secretaria da Cultura.


Fonte: EBC Cultura

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Alagoas ganha rota turística de cidades coloniais

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O governo federal sancionou nesta semana a lei que cria a Rota Turística das Cidades Coloniais Alagoanas. O circuito abriga sete cidades com patrimônios arquitetônicos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Com o reconhecimento, é possível destinar recursos de programas oficiais da União para estruturar e promover o turismo histórico, de natureza e de aventura nesta região do estado de Alagoas, além de valorizar a preservação da história e da diversidade cultural do Nordeste. 

O roteiro de cidades coloniais alagoanas é formado pelos municípios de Marechal Deodoro, Penedo, Piranhas, Delmiro Gouveia, União dos Palmares, Porto Calvo e Água Branca. 

Além de casarões, ruas com paralelepípedos originais, prédios e igrejas do período colonial dos séculos 16 e 17, o conjunto arquitetônico das sete cidades remete a importantes momentos da história do Brasil em várias searas.

Entre eles, Marechal Deodoro foi a primeira capital de Alagoas; Piranhas, teve papel estratégico na navegação do rio São Francisco durante os períodos Imperial e Republicano; já Delmiro Gouveia recebeu a primeira usina hidrelétrica da região Nordeste, em 1913; enquanto União dos Palmares abriga a Serra da Barriga, local associado ao Quilombo dos Palmares e à resistência negra durante o Brasil Colônia.

Entre outros pontos turísticos históricos da rota estão a Igreja de Nossa Senhora da Corrente, o Complexo Conventual Franciscano de Santa Maria Madalena, o Museu do Sertão, o Theatro Sete de Setembro e as ruínas de engenho de açúcar da cidade de Porto Calvo.
 


Fonte: EBC Cultura

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