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Festival de Cinema de Gramado termina amanhã, com entrega do Kikito

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Neste sábado (23), é o encerramento o 53º Festival de Cinema de Gramado, quando serão premiados também os vencedores nas principais categorias. 

Seis produções nacionais estão na disputa pelo Kikito:

  • “A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo;
  • “Cinco Tipos de Medo”, de Bruno Bini;
  • “Nó” dirigido por Laís Melo;
  • “Papagaios”, de Douglas Soares;
  • “Sonhar com Leões” de Paolo Marinou-Blanco; e
  • “Querido Mundo”, peça escrita por Miguel Falabella e agora adaptada e dirigida por ele para o cinema. 

A cerimônia de entrega dos prêmios será às 20h, no Palácios dos Festivais.

Longas-metragens gaúchos

Na noite desta sexta-feira (22) acontecem as premiações para longas-metragens Gaúchos e a Mostra Competitiva de Curtas-metragens Brasileiros, no Palácio dos Festivais, também a partir das 20h. 

Este ano, pelo menos 12 artistas deixaram a palma das mãos e a assinatura imortalizadas da Calçada da Fama da cidade da Serra Gaúcha. Entre eles, os atores Miguel Falabella e Edson Celulari e as atrizes Malu Galli e Denise Fraga. 

Durante os dias de festival, várias personalidades foram homenageadas. Entre elas, a produtora de cinema Mariza Leão com o Troféu Eduardo Abelin, por sua contribuição à produção cinematográfica nacional; o ator Rodrigo Santoro, com o Kikito de Cristal pelos seus 30 anos de carreira e a atriz Marcélia Cartaxo, que recebeu o Troféu Oscarito, dedicado aos intérpretes do cinema brasileiro.

Assista ao vivo

Quem quiser curtir os últimos dias de festival, mesmo a distância, pode acompanhar o “Tapete Vermelho” que antecipa as cerimônias no canal do evento no canal youtube.com/festivaldegramado


Fonte: EBC Cultura

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Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana

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No 2 de Julho, as ruas do centro histórico de Salvador não celebram apenas a história. Elas ganham ritmo. Entre os personagens mais marcantes dessa engrenagem cultural estão as fanfarras escolares, que desfilam todos os anos, arrastando multidões e mantendo viva a memória da Independência Baiana.

Sob a liderança de Valteir Menezes, a Banda Marcial da Escola Municipal da Palestina (Bamup) reúne há 15 anos cerca de 60 jovens e veteranos da comunidade em uma rotina rigorosa que lhes rendeu o bicampeonato baiano. O regente, à frente da banda há mais de uma década, fala como surgiu a queridinha do bairro.

“A Bamup nasceu no dia 16 de abril de 2011 na própria sede aqui da Escola Municipal da Palestina. E ela nasceu não como fanfarra da rede, e sim como projeto Mais Educação na época. Um ano depois de ela ter surgido, eu fui convidado pela coordenação da SMED para a banda deixar de fazer parte do projeto Mais Educação para fazer parte das fanfarras da rede municipal. Foi quando recebemos o instrumental em 2012, todo instrumental dela de fanfarra, e daí em diante a gente passou a fazer parte de todos os desfiles cívicos do 2 de Julho de lá até aqui. Nessa trajetória de 15 anos, a fanfarra foi consagrada bicampeã baiana no campeonato que ela disputa desde de 2013. E em 2020, quando acabou a pandemia, nós nos tornamos banda marcial e retornamos as atividades em 2022. Em 2023, a banda foi para a sua primeira disputa como banda marcial e ela foi campeã. Em 2024 também fomos campeões baianos de novo como banda marcial.”


Slavador (BA), 02/07/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana. Foto: Gov BA/Divulgação
Slavador (BA), 02/07/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana. Foto: Gov BA/Divulgação

Salvador (BA), 02/07/2026 – FOTO DE ARQUIVO – Fanfarras são tradição em desfiles em memória da Independência Baiana. Foto: Gov BA/Divulgação – Gov BA/Divulgação

A alguns quilômetros da Palestina, a Famtesa, Fanfarra da Escola Municipal Teodoro Sampaio, em Pirajá, é quem comanda o tom. Mr. Ball, maestro da fanfarra há mais de 25 anos, defende que o projeto, além de ser uma maneira de mostrar que nas comunidades existem muitos jovens talentosos, também é uma ferramenta de transformação social para a juventude local.

“Eu vejo a fanfarra na vida desses jovens na escola de bastante produção. Porque a fanfarra na escola, aqui, por exemplo, ajudou muito a disciplina dos alunos, o interesse deles com estudo. Eles se dedicaram mais aos estudos, diminuiu muito a evasão desses meninos na escola. E o mais importante, ajudou muito com que o tráfico não venha recrutar eles; a música num todo contribuiu muito com isso, pode ter certeza.”

Para além do civismo, o movimento das fanfarras em Salvador cumpre um papel social indispensável nas periferias e escolas públicas, funcionando como refúgio criativo e uma vitrine de talentos durante o ano inteiro.
 


Fonte: EBC Cultura

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