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Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros faz 25 anos

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Com a participação de 20 mil pessoas durante sete dias de realização, o Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, completou 25 anos resgatando e valorizando a cultura e a memória local.

Além disso, o evento impulsionou a economia da região, como explica Juliano Basso, criador e organizador do encontro:

“O 25º encontro de culturas tradicionais da Chapada dos Veadeiros pela primeira vez no mês de setembro trouxe uma diferenciação do período do turismo, na região da Chapada dos Veadeiros, podendo assim beneficiar toda a cadeia de turismo, também da cultura, durante um período que antes não existia. Então a gente criou uma nova data onde toda a economia foi beneficiada da região”.


Chapada dos Veadeiros (G), 24/09/2025 - XXV Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
Chapada dos Veadeiros (G), 24/09/2025 - XXV Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

Chapada dos Veadeiros (G), 24/09/2025 – XXV Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros. Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação – Ricardo Stuckert/Divulgação

Programação

Cerca de 80 profissionais participaram da organização do evento, que teve uma programação com mais de 40 shows, além de apresentações, palestras e oficinas. Um dos destaques desta edição foi o Território do Brincar, que atendeu diariamente mais de 700 crianças de escolas públicas.

O encontro foi realizado pela Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge e a Aldeia Multiétnica, com patrocínio da Petrobras, via lei de incentivo à cultura.

 


Fonte: EBC Cultura

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Em Cachoeira (BA), Festa da Boa Morte começa nesta quinta-feira

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Começa nesta quinta-feira (13) e segue até a próxima segunda (17) a Festa da Boa Morte, realizada há mais de 200 anos na cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. A tradição secular é celebrada somente por mulheres que fazem parte da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, reunindo missas, procissões, gastronomia e atividades culturais.

O administrador do centro cultural da Irmandade, Valmir dos Santos, explica como a organização tem trabalhado para preservar a tradição e receber cada vez mais visitantes na cidade histórica:

“As mulheres daqui preservam e salvaguardam isso com muito vigor. A gente sabe que não existe um livro, uma Bíblia, uma coisa para dar esse norte, para seguir, mas essa força ancestral, de uma passando para outra. E, depois, tiveram a inteligência de, já agora, no início do século XXI, criar um estatuto, justamente para salvaguardar esse processo.”

Segundo os historiadores, a Irmandade da Boa Morte surgiu a partir da união de mulheres que haviam sido escravizadas, com o objetivo de conseguir a alforria e facilitar a fuga de outros escravos. Desde então, as integrantes mantêm o legado das ancestrais, passando a tradição de mãe para filha e levando o espetáculo de devoção para as ruas da cidade, em uma homenagem a Nossa Senhora da Boa Morte.

A atual presidente da irmandade é Cleusa Maria Santana, que explica como é fazer parte da confraria e destaca o momento de maior emoção durante as celebrações:

“O momento mais importante para mim é o dia 15. É uma celebração de Nossa Senhora da Glória, na qual ela não morreu, foi uma dormição. E, no dia 15, ela é levada ao céu, a assunção da bem-aventurada Virgem Maria, a mãe de Jesus. A porta para a vitória da humanidade redimida, glória que alcançaremos acolhendo e vivendo a palavra de Deus.”

A programação completa, que segue até a próxima segunda-feira, pode ser conferida no perfil no Instagram @irmandadedaboamorte.oficial.




Fonte: EBC Cultura

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