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Banda e Orquestra Sinfônica do Recife celebram período junino

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Os instrumentos de cordas, madeiras, metais e percussão da Banda e da Orquestra Sinfônica do Recife também vão celebrar o período junino com todos os seus acordes. Nesta quarta (18) e quinta-feira, na capital pernambucana, os músicos dos dois grupos vão promover o encontro entre o erudito e a música popular dos arraiás em duas apresentações especiais e gratuitas abertas ao público.

Hoje, a partir das 20h, acontece o concerto da Banda Sinfônica do Recife, no Teatro do Parque, que vai contar com a participação do poeta do forró pernambucano, o cantor e compositor Petrúcio Amorim. Com regência de Nilson Lopes, o concerto da Banda vai passear pelo repertório de Petrúcio, além de outras referência do cancioneiro nordestino como Luiz Gonzaga e Hermeto Pascoal.

Já na quinta-feira, também a partir das 20h, o São João sinfônico fica por conta da Orquestra do Recife, que sobe ao palco principal do Sítio Trindade, um dos arraiás mais tradicionais da capital. Os músicos regidos pelo maestro Lanfranco Marcelletti vão apresentar cinco peças musicais para homenagear também vários compositores que no presentearam com clássicos do forró, xaxado e baião. A apresentação vai contar com a participação das cantoras Mariana Aydar e Bia Marinho e dos sanfoneiros Beto Hortis e Marcelo Caldi, que também assinam alguns arranjos do repertório que será apresentado.

Os ingressos para apresentação da Banda Sinfônica, que acontece logo mais, vão ser distribuídos na bilheteria do Teatro do Parque, a partir das 19h. Já a entrada para o concerto da Orquestra, amanhã, está liberada para todo o público do arraial do Sítio Trindade, localizado no bairro Casa Amarela.


Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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