Várzea Grande
Wanderley Cerqueira articula solução para melhorar a segurança viária no Parque Atlântico
Várzea Grande
O vereador Wanderley Cerqueira (MDB) acompanhou, por meio de sua equipe, a avaliação técnica para a instalação de um quebra-molas na Avenida José Luiz da Silva, no bairro Parque Atlântico, em Várzea Grande, próximo ao Posto Palmeiras e o Fort Atacadista. O local registra intenso tráfego de veículos e diversos acidentes, o que motivou a busca por uma solução junto à Secretaria Municipal de Serviços Públicos.
Nesta quarta-feira, a chefe de gabinete Andréia Boanez e Lauro Cerqueira, irmão do parlamentar, estiveram no local representando o vereador, acompanhando o Coordenador de Mobilidade Urbana, Cidomar Arruda, que realizou as medições necessárias. Durante a visita, foi definido que será construída uma lombada, por se tratar da solução mais viável e de rápida execução para atender a demanda.
O pedido foi feito pelo empresário Marcos Aurélio, proprietário da empresa Plator-Mec Embreagens, instalada na região. “Já presenciei vários acidentes aqui. É urgente que algo seja feito para reduzir a velocidade dos veículos que passam por essa rua”, afirmou.
Segundo o vereador Wanderley Cerqueira, a medida busca aumentar a segurança de motoristas, pedestres e empresários que utilizam a via.
Com a definição da construção da lombada, a expectativa é que o tráfego na região se torne mais seguro, trazendo mais tranquilidade para quem circula pelo local diariamente.
Várzea Grande
Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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