Várzea Grande
Sine/VG oferece 558 vagas de emprego sendo 90 para PCDs
Várzea Grande
O atendimento ao público é realizado no 2º andar do Várzea Grande Shopping, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, sem intervalo para o almoço
O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Várzea Grande, vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, disponibiliza nesta terça-feira, 7 de outubro, 558 vagas de trabalho, sendo 90 destinadas às Pessoas com Deficiência (PCDs). As oportunidades são recadastradas semanalmente, sempre às terças-feiras, e podem ser consultadas também no site oficial da Prefeitura, na aba “Trabalha VG” (www.varzeagrande.mt.gov.br ).´
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Mário Quidá Neto, destaca que a atualização constante das vagas tem sido essencial para conectar empresas e trabalhadores. “Nosso objetivo é garantir que o cidadão tenha acesso rápido às oportunidades e que o setor produtivo encontre mão de obra qualificada. O Sine tem cumprido um papel estratégico na geração de emprego e renda em Várzea Grande”, ressaltou o secretário.
O atendimento ao público é realizado no 2º andar do Várzea Grande Shopping, de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, sem intervalo para o almoço.
“Reforçamos que as vagas podem ser preenchidas a qualquer momento, conforme a procura e os processos de contratação das empresas parceiras. Por isso, é importante que os interessados fiquem atentos às atualizações semanais e mantenham seus cadastros atualizados”, lembra Mário Quidá.
Entre as principais oportunidades disponíveis estão: Ajudante de Obras (25), Armador de Ferro (20), Auxiliar de Linha de Produção (137), Balanceiro (40), Carpinteiro (24), Cortador de Carne em Matadouro (20), Desossador (20), Magarefe (20), Pedreiro (27) e Servente de Obras (23). Há também vagas para Assistente de Vendas (07), Promotor de Vendas (07), Operador de Caixa (12), Estoquista (08), Cozinheiro (01), Eletricista (01), Técnico em Segurança do Trabalho (04), Mecânico de Manutenção (03), Encarregado de Manutenção (03), entre outras funções.
A lista completa inclui ainda vagas para Açougueiro (02), Agente de Inspeção de Qualidade (04), Almoxarife (01), Analista de PCP (01), Atendente de Loja (01), Atendente de Lanchonete (03), Auxiliar Contábil (01), Auxiliar Administrativo (01), Auxiliar de Escritório (01), Auxiliar de Compras (01), Auxiliar de Expedição (06), Auxiliar de Limpeza (14), Auxiliar de Manutenção Predial (01), Chefe de Serviço de Limpeza (06), Comprador (01), Consultor de Vendas (03), Controlador de Acesso (01), Eletricista Industrial (02), Frentista (03), Instalador de Película Automotiva (01), Lubrificador de Automóveis (06), Montador de Estruturas Metálicas (09), Operador de Rolo Compactador (05), Operador de Telemarketing (03), Pintor de Obras (02), Pintor de Estruturas Metálicas (04), Porteiro (01), Recepcionista (05), Repositor de Mercadorias (01), Soldador (02), Técnico em Eletromecânica (01), Vendedor Interno (07) e Vendedor no Comércio (02).
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Várzea Grande
CAPS AD III amplia rede de saúde mental com estrutura própria e acolhimento 24 h em Várzea Grande
A construção da sede própria do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD III) representa um passo histórico para a saúde mental de Várzea Grande. Mais do que uma nova estrutura física, a unidade promete ampliar o atendimento especializado às pessoas em sofrimento psíquico decorrente do uso abusivo de álcool e outras drogas, oferecendo acolhimento 24 horas e suporte multiprofissional contínuo pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Com investimento superior a R$ 3,1 milhões, viabilizado por meio do Novo PAC Saúde, a obra já está em andamento e deve ser concluída em aproximadamente dez meses. Atualmente, o CAPS AD funciona em um prédio alugado de 250 metros quadrados. A nova sede terá 635 metros quadrados e estrutura voltada para acolhimento humanizado, atendimento intensivo, acompanhamento terapêutico integral e hospitalidade.
A secretária municipal de Saúde, Valeria Nogueira, destacou que a implantação da unidade marca uma transformação no cuidado em saúde mental no Município. “Essa é uma conquista muito grande para Várzea Grande. Estamos falando de um CAPS que vai funcionar 24 horas, com atendimento integrado, equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogo e psiquiatra, ofertando terapias voltadas aos usuários do SUS. É uma tratativa diferenciada, que vai abarcar toda a questão social, mental e também os problemas relacionados ao álcool e outras drogas”, afirmou.
Segundo a secretária, a nova sede permitirá oferecer mais conforto, acolhimento e dignidade aos pacientes e familiares. “Hoje funcionamos em um espaço alugado e improvisado que havia se tornado, até então, definitivo. Com a sede própria, teremos uma estrutura ampla, adequada e dentro dos padrões recomendados pelo Ministério da Saúde”, completou.
DEMANDA LEVADA A SÉRIO – A responsável técnica dos CAPS do Município, Marisa Rodrigues, explicou que a transformação do CAPS AD II em CAPS AD III era uma demanda defendida pela equipe desde 2018. A principal diferença entre os dois modelos está justamente na possibilidade de acolhimento noturno e permanência transitória de pacientes em situações de crise o atendimento permanente 24 horas por dia e sete vezes por semana.
“O CAPS III permite leitos de hospitalidade, ou seja, o paciente pode permanecer na unidade por um período transitório para estabilização clínica e acompanhamento intensivo. É uma ampliação muito importante da estrutura e no cuidado individualizado”, explicou.
Atualmente, cerca de 800 pacientes são acompanhados pelo serviço no Município. Grande parte deles é formada por usuários de álcool e outras drogas, incluindo pessoas em situação de rua. O trabalho desenvolvido pela equipe busca reduzir danos, fortalecer vínculos sociais e estimular a autonomia dos usuários.
“A gente trabalha a autonomia e a redução de danos dentro da unidade. Muitos pacientes procuram ajuda justamente para diminuir o uso da droga e reconstruir a própria vida”, ressaltou Marisa.
O funcionamento da unidade será dividido entre atendimentos terapêuticos diurnos e acolhimento intensivo noturno. Durante o dia, os pacientes terão acesso às consultas individualizadas, grupos terapêuticos, oficinas de expressão, atividades culturais e ações psicoeducativas voltadas ao fortalecimento emocional e social.
Já o acolhimento noturno será destinado às pessoas em crise, incluindo casos de intoxicação aguda, abstinência, descompensações psíquicas ou vulnerabilidade social. O objetivo, segundo a equipe técnica, não é institucionalizar o paciente, mas oferecer suporte temporário até sua estabilização.
“O acolhimento noturno não tem caráter de asilo. É um apoio transitório para estabilização e retomada do projeto terapêutico no território”, reforçou a responsável técnica.
NOVO ESPAÇO – A estrutura contará com oito leitos — cinco masculinos e três femininos — para permanência breve de até 14 dias. O espaço foi planejado para oferecer suporte clínico e psicossocial intensivo, evitando internações hospitalares desnecessárias e mantendo o cuidado em ambiente comunitário e protegido.
Além do atendimento clínico, a equipe também atuará no acompanhamento social dos usuários, auxiliando em processos de escolarização, inserção no mercado de trabalho, acesso a benefícios sociais e fortalecimento da rede de apoio familiar e reinserção na sociedade.
A nova sede terá salas de atendimento individualizado, banheiros adaptados, farmácia, sala administrativa, sala de reunião, espaços internos e externos de convivência, refeitório, cozinha, lavanderia, posto de enfermagem, almoxarifado, abrigo de resíduos, DML, DMI e sala de repouso. A unidade contará ainda com quartos coletivos separados em alas masculina e feminina, além de quarto de plantão para os profissionais.
Para a médica psiquiatra Dra. Ackermann Fortes, a nova estrutura permitirá ampliar o acolhimento humanizado tanto aos pacientes quanto às famílias.
“Ter uma sede adequada significa poder oferecer um tratamento mais humanizado aos nossos acolhidos e também estender esse cuidado às famílias, que muitas vezes também precisam de apoio para enfrentar o sofrimento causado pelo álcool e outras substâncias psicoativas”, afirmou.
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