Várzea Grande
Saiba como solicitar sepultamento em Várzea Grande: documentos, etapas e orientações
Várzea Grande
Em um momento de dor e fragilidade, muitas famílias enfrentam dúvidas sobre os procedimentos necessários para realizar um sepultamento em Várzea Grande. Desde a emissão de documentos até a autorização no cemitério, o processo envolve etapas importantes que precisam ser seguidas corretamente. A orientação adequada pode evitar transtornos e garantir que tudo ocorra de forma mais tranquila.
O serviço funerário no município é de responsabilidade da Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, que administra os cemitérios públicos da cidade. Ao todo, o município conta com 12 cemitérios, e o atendimento pode variar conforme a situação do óbito — seja em hospital, residência ou em casos que exigem perícia.
De acordo com a coordenadora do Serviço Funeral, Vilma dos Santos Fonseca, é fundamental que os familiares procurem o setor responsável o quanto antes, munidos da documentação necessária. “Para dar entrada no sepultamento, é preciso comparecer ao setor funeral com a declaração de óbito ou a certidão de óbito, caso já tenha sido emitida, além de um comprovante de endereço que comprove residência no município, documentos pessoais do falecido e também da pessoa responsável pelo pedido”, explica.
Vilma destaca que o procedimento também envolve a verificação de espaço nos cemitérios. “Quando a família não possui jazigo, é disponibilizado o espaço inicial, que atualmente ocorre no Cemitério Primavera. Já quando existe um espaço familiar, é necessário apresentar a localização e uma foto do local. Caso não haja gaveta construída, a família deve providenciar a confecção antes do sepultamento”, orienta.
Outro ponto importante é a autorização da urna funerária — o caixão — que também deve ser emitida pelo setor. “Para a liberação da urna junto à funerária, os documentos exigidos são os mesmos: certidão ou declaração de óbito, comprovante de endereço e documentos pessoais do falecido e do responsável”, completa a coordenadora.
O passo a passo do procedimento começa com a emissão da declaração de óbito, geralmente feita por um médico ou hospital. Em seguida, o documento deve ser levado ao cartório para a emissão da certidão de óbito. Após isso, a família pode procurar uma funerária — que muitas vezes auxilia em todo o processo — e, posteriormente, solicitar a vaga no cemitério e agendar o sepultamento.
O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, reforça que o município mantém estrutura para atender a população com dignidade. “Temos uma rede de cemitérios públicos que passa por manutenção e limpeza permanentes, garantindo condições adequadas para as famílias. Nosso objetivo é oferecer um atendimento humanizado e organizado, respeitando esse momento tão delicado”, afirma.
Em relação aos custos, há a cobrança da taxa anual de alvará, atualmente fixada em R$ 127,38. Outros serviços, como aquisição de urna, traslado e velório, geralmente são contratados junto às funerárias. Em alguns casos, famílias de baixa renda podem ter acesso a benefícios sociais, mediante avaliação.
O sepultamento costuma ocorrer em até 24 horas após o óbito, podendo variar conforme a liberação médica ou, em casos específicos, legais — como mortes violentas, que passam por perícia. Já nos casos de falecimento em residência, é necessário acionar um médico para atestar o óbito antes de dar andamento ao processo.
Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, o setor funerário de Várzea Grande disponibiliza atendimento pelo telefone (65) 98476-66477.
A orientação correta e o acesso à informação são fundamentais para garantir que os procedimentos sejam realizados sem complicações. Em um momento tão sensível, conhecer os caminhos e contar com o apoio dos serviços públicos pode fazer toda a diferença para as famílias.
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Deputados de MT articulam apoio a Flávio e levam carta para Brasília
Uma articulação que reúne deputados estaduais de diferentes partidos de Mato Grosso formalizou, na quarta-feira (7), apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026. O movimento é liderado pelo presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (Podemos), e foi registrado em uma carta assinada pelos parlamentares.
O documento será levado a Brasília nesta quinta-feira (8), durante um encontro nacional do Podemos com lideranças e parlamentares eleitos. A entrega ficará sob responsabilidade do deputado federal eleito Coronel Roveri (Podemos), que participará da agenda com Flávio Bolsonaro.
Segundo Max Russi, cerca de 18 deputados já haviam manifestado intenção de aderir à iniciativa. O grupo reúne nomes de siglas como Podemos, PL, MDB, PSDB, Republicanos e União Brasil, em uma composição que os participantes classificaram como suprapartidária.
Além de declarar apoio ao candidato do PL, a carta apresenta uma série de pautas que os parlamentares consideram prioritárias para Mato Grosso e para o país. Entre elas estão redução da burocracia, responsabilidade fiscal, diminuição dos juros, segurança jurídica e redução dos custos para empreendedores.
O agronegócio também ocupa espaço central no documento. Os deputados defendem medidas relacionadas à proteção da propriedade rural e à regularização fundiária, tanto em áreas urbanas quanto rurais. A segurança jurídica no campo é apontada como uma das condições consideradas necessárias para garantir estabilidade à atividade produtiva.
Na área da segurança pública, o grupo propõe maior integração entre os governos estaduais e a União no enfrentamento da criminalidade. A carta também aborda o cenário econômico, citando o endividamento das famílias e a necessidade, segundo os signatários, de criar condições para ampliar investimentos e estimular a atividade empresarial.
A mobilização ocorre poucos dias depois do primeiro turno e em meio às articulações para a segunda etapa da disputa presidencial, marcada para 25 de outubro. Em Mato Grosso, lideranças políticas de diferentes partidos passaram a declarar apoio a Flávio após o resultado das urnas.
A iniciativa liderada por Max também se soma ao movimento nacional do Podemos, que reúne representantes estaduais em torno da candidatura do PL. A carta deverá ser apresentada oficialmente durante a agenda em Brasília.
Com a adesão de parlamentares de diferentes legendas, o grupo pretende ampliar a atuação política em favor da candidatura de Flávio durante o segundo turno, com mobilizações nos municípios, participação em eventos e divulgação do posicionamento nas redes sociais.
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