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Prefeitura realiza ação emergencial para conter vazamento no Jardim Alá

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A ação foi realizada em conjunto com DAE/VG, responsável pela primeira intervenção para conter a vazão. O trabalho foi concluído de forma rápida, garantindo novamente as condições de tráfego e segurança no local

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Viação e Obras, realizou nesta quarta-feira (29), a uma ação emergencial na Rua Jacarandá, no loteamento Jardim Alá, para solucionar um vazamento de água que havia comprometido parte do pavimento.

A ação foi realizada em conjunto com o Departamento de Água e Esgoto (DAE/VG), responsável pela primeira intervenção para conter o vazamento. Em seguida, as equipes da Secretaria de Viação e Obras atuaram com máquinas e equipamentos para recompor a estrutura da via. Foram utilizadas quatro manilhas para solucionar o problema identificado e restabelecer o escoamento adequado da água.

O trabalho foi concluído de forma rápida, garantindo novamente as condições de tráfego e segurança no local. O próximo passo será a aplicação do pavimento asfáltico, que vai finalizar o serviço e assegurar a durabilidade da via.

A ação integra o trabalho contínuo de manutenção e recuperação das vias urbanas realizado pela Prefeitura de Várzea Grande, especialmente durante o período chuvoso, quando o solo fica mais suscetível a infiltrações e rompimentos na rede de abastecimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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