Várzea Grande
Prefeitura de Várzea Grande estrutura políticas públicas para autistas e neurodivergentes
Várzea Grande
“Estamos virando a página da ausência de atendimento a essas demandas”, comemora a prefeita
A Prefeitura de Várzea Grande realizou uma reunião para discutir pontos para implantação de políticas públicas para o atendimento de pessoas autistas e neurodivergentes, nesta manhã (24). A reunião ocorreu no Paço Municipal Couto Magalhães.
Conforme a prefeita Flávia Moretti (PL), a inclusão social foi uma das principais propostas feitas durante a campanha eleitoral. “O tema inclusão foi uma das principais bandeiras que defendi em nossa campanha eleitoral e, com toda certeza, buscaremos implantar um atendimento mais especializado e, de forma eficaz, para atender essas pessoas de forma humana e responsável. Estamos virando a página da ausência de atendimento a essas demandas”, disse Moretti.
Segundo a Assessora Especial de Políticas de Inclusão, Priscila Lima, Várzea Grande será referência em inclusão. “A prefeita Flávia e o vice Tião da Zaeli nos deram a missão de transformar Várzea Grande em uma cidade mais inclusiva, oferecendo dignidade e segurança às famílias que hoje enfrentam longas esperas por diagnóstico e acompanhamento especializado. Um espaço jamais pensado antes e que será uma realidade, Várzea Grande desponta para ser referência nacional”, afirmou.
O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), Igor Cunha, disse que apoia a ação e parabeniza a prefeita pela iniciativa. “A gestão municipal está propondo atendimento digno, preciso e qualificado para essas pessoas. Isso é muito inédito e fará toda diferença a milhares de famílias várzea-grandenses”, conta.
Participaram da reunião: a secretária de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria; secretária de Administração, Jaqueline Favetti; coordenadora da pessoa com deficiência, Geovanna Amorim Chaves; técnicos da Secretaria de Saúde, da secretaria de Assistência Social, da Procuradoria-Geral e da Secretaria de Planejamento.
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Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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