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Prefeitura de Várzea Grande e banco Itaú se reúnem e definem atendimento a servidores municipais

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A Prefeitura de Várzea Grande e o Itaú Unibanco, vencedor do último processo licitatório que passará a ser responsável por processar a folha de pagamento dos servidores públicos municipais do executivo, do Departamento de Água e Esgoto (DAE) e do Instituto Seguridade Social dos Servidores Municipais de Várzea Grande (Previvag), em caráter de exclusividade, bem como créditos consignados aos servidores, sem exclusividade, além de pagamento de fornecedores.

A agência bancária já depositou os R$ 20.300.010,00 (Vinte milhões, trezentos mil e dez reais) para gerir as contas do município. Conforme o extrato de contrato, a vigência do acordo contratual é de 60 meses, podendo este ser renovado pelo mesmo período.

A prefeita por Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), revelou que será implantada uma unidade móvel do Itaú, em frente ao Paço Municipal, para que os servidores possam tirar dúvidas e receber atendimentos necessários. “Estamos buscando comodidade e maiores condições aos nossos servidores para abertura de conta e ter o melhor atendimento possível, inclusive também terá unidade móvel para atender os servidores que trabalham nas áreas rurais do município”, conta a prefeita.

A secretária municipal de Administração, Jaqueline Favetti, declara que o Itaú ofereceu também as melhores condições e menores taxas. “Esse contrato foi firmado visando transparência, modernização e economia. Sendo assim, mais um benefício para os servidores municipais e para a gestão. A nova contratação mostrou que haverá redução de custos nos pagamentos, receita extra ao Município, tarifas menores, melhores atendimentos e melhores taxas nos empréstimos consignados. Estamos nos organizando para que no início do ano de 2026 já estaremos com Itaú”, declara Favetti.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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