Várzea Grande
Pela primeira vez na história, DAE tem posto de atendimento no Paço Municipal
Várzea Grande
No novo ponto, a população poderá solicitar emissão de segunda via de fatura, pedir caminhão-pipa, realizar renegociação de débitos, solicitar novas ligações de água, entre outros atendimentos comerciais
O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) ampliou os pontos de atendimento à população e passa a oferecer, a partir de agora, serviços também em um novo espaço instalado na prefeitura, no Paço Municipal. O primeiro posto avançado de atendimento ao várzea-grandense está localizado dentro do Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC), mais conhecido como “IPTU”.
O guichê funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com diversos serviços voltados aos usuários do sistema de abastecimento de água e esgoto de Várzea Grande.
No novo ponto, a população poderá solicitar emissão de segunda via de fatura, pedir caminhão-pipa, realizar renegociação de débitos, solicitar novas ligações de água, entre outros atendimentos comerciais.
Com a novidade, o DAE-VG passa a contar agora com três pontos de atendimento presencial para facilitar o acesso da população aos serviços:
• Sede do setor comercial, em frente ao Terminal André Maggi
• Unidade do Ganha Tempo, no bairro Cristo Rei
• Novo ponto de atendimento em anexo à Prefeitura de Várzea Grande
A ampliação da rede de atendimento tem como objetivo aproximar ainda mais os serviços da autarquia da população, oferecendo mais comodidade, agilidade e alternativas de acesso para os moradores do Município.
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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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