Várzea Grande
Mutirão do Programa Ser Família atende moradores da zona rural
Várzea Grande
O primeiro ocorre neste sábado, 12 de julho, nas comunidades Sadia I e Sadia II, e o segundo na próxima terça-feira, 15 de julho, na comunidade Formigueiro, sempre das 8h às 12h
A Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande realiza dois mutirões do Programa Ser Família em áreas rurais do Município. O primeiro ocorre neste sábado, 12 de julho, nas comunidades Sadia I e Sadia II, e o segundo na próxima terça-feira, 15 de julho, na comunidade Formigueiro, sempre das 8h às 12h.
Os atendimentos no Sadia I serão realizados na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Elias Domingos’, no Sadia II, será na Associação dos Trabalhadores Rurais Agrovila São Miguel e, no Formigueiro, na EMEB ‘Benedito Abrão Nassarden’.
A ação é voltada para moradores em situação de extrema vulnerabilidade social que tenham renda de até R$ 218 por pessoa e estejam inscritos no Cadastro Único (CadÚnico). O objetivo é incluir essas famílias no programa de transferência de renda do governo do Estado, em parceria com a Prefeitura.
“Esse mutirão é uma porta de entrada para quem enfrenta dificuldades severas. Queremos garantir apoio a idosos que vivem sozinhos, pessoas com deficiência e famílias que dependem exclusivamente de benefícios sociais”, afirma a secretária de Assistência Social, Cristina Saito.
Para participar, é necessário apresentar CPF, RG, comprovante de residência e estar com o NIS ativo. As equipes dos CRAS estão preparadas para orientar, atualizar cadastros e encaminhar os dados das famílias ao programa.
Várzea Grande
Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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