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Moretti se reúne com sindicato dos médicos e reafirma que reforma administrativa é prioridade

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A prefeita reforça que sua gestão está de portas abertas e que há um grande ônus de gestões passadas em relação ao avanço de várias categorias, mas tudo está sendo revisto por meio de estudos de viabilidade

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL) e a Secretária Municipal de Saúde, Deisi Bocalon, se reuniram com representantes do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed-MT) com o objetivo de alinhar condutas e discutir propostas voltadas à valorização dos profissionais da saúde no Município.

Durante a conversa, o presidente do Sindimed-MT, Adeildo Martins, apresentou proposituras relacionadas à regularização salarial da categoria, bem como questões referentes às férias dos profissionais. “Queremos que nossa categoria avance em Várzea Grande. Nossos médicos trabalham intensamente e precisamos dar um olhar de atenção à classe”, defendeu.

A prefeita ouviu atentamente as demandas e se colocou à disposição para buscar soluções, destacando a importância da atuação médica na rede pública. “Existe uma luz no fundo do túnel e vou encaminhar a minuta da reforma para os setores competentes para estudar a viabilidade, já que as gestões anteriores não reconheceram a importância dessa e de outras categorias que fazem a máquina municipal funcionar”, destacou a prefeita.

Segundo a Secretária Municipal de Saúde, Deisi Bocalon, a atual gestão já vem mantendo diálogo constante com o sindicato em busca de ajustes e melhorias no setor. “Nosso compromisso é com a valorização dos profissionais e o fortalecimento do SUS em Várzea Grande. Esse diálogo aberto é essencial para avançarmos”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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