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Incêndio atinge prédio locado pela Prefeitura de Várzea Grande onde funcionava depósito de três secretarias

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Um incêndio de grande proporção atingiu, no fim da tarde de quarta-feira (15.10), o barracão que funciona como depósito da Prefeitura de Várzea Grande onde eram armazenados equipamentos, móveis e documentos de três secretarias do município, como, Secretaria de Administração; de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, e de Saúde. O barracão fica localizado na Avenida Júlio Campos.

O fogo começou por volta das 16h10, na parte externa rente ao muro do imóvel, e rapidamente se alastrou para o interior do galpão, destruindo todo o material armazenado no local.

O prédio é locado pela Prefeitura desde 2018. No local, havia desde bens patrimoniados — novos, seminovos e inservíveis — até documentos antigos, arquivos administrativos, prontuários e equipamentos diversos.

De acordo com informações, havia servidores no local no momento em que o fogo começou. Eles tentaram conter as chamas, mas, devido à intensidade do incêndio, não conseguiram impedir a propagação. Nenhum deles ficou ferido. O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente após o sistema de monitoramento da Secretaria de Saúde ter identificado o início das chamas. As equipes permaneceram no local por volta das 20h, realizando o trabalho de combate ao fogo e o rescaldo, para eliminar qualquer risco de reignição, mas, por volta da meia noite, as chamas voltaram, mas foram contidas novamente pelos bombeiros.

As causas do incêndio ainda serão investigadas. Um boletim de ocorrência foi registrado, e a perícia será realizada para apontar as possíveis origens e responsabilidades pelo incidente. Segundo informações, uma empresa vizinha ao barracão também foi atingida pelas chamas.

A prefeita Flávia Moretti e a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, junto com assessores e servidores da pasta, estiveram no local acompanhando os trabalhos das equipes. Muito emocionadas com o ocorrido, ambas lamentaram as perdas e destacaram o compromisso da gestão em seguir trabalhando pela reconstrução e reposição dos equipamentos danificados.

“Foi um momento muito difícil para todos nós. Lamentamos profundamente o que aconteceu e pedimos que as causas sejam devidamente apuradas. Vamos continuar firmes, trabalhando para repor o que foi perdido e garantir que os serviços à população não sejam afetados”, declarou a secretária Deisi Bocalom.

Servidores da Secretaria de Saúde também acompanharam a operação, auxiliando o Corpo de Bombeiros com informações sobre o espaço e os acessos ao imóvel. A Secretaria informou que ainda vai levantar o valor total dos prejuízos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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