Várzea Grande

Guarda Municipal já realizou 7.934 atendimentos de policiamento preventivo em 2025  

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“Estamos comprometidos com a segurança pública do nosso Município. Várzea Grande está vivendo novos tempos em todas áreas, inclusive na Guarda Municipal”

A Guarda Municipal de Várzea Grande, no ano de 2025, já realizou 7.934 atendimentos operacionais/policiamento preventivo. Entre as ações estão: rondas preventivas no Departamento de Água e Esgoto (DAE), rondas escolares, entre outras ações.

Conforme o comandante o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos, estas ações refletem o compromisso da gestão da prefeita Flávia Moretti (PL) e Tião da Zaeli (PL) com a segurança e o bem-estar dos várzea-grandenses. “Estamos comprometidos com a segurança pública do nosso Município. Várzea Grande está vivendo novos tempos em todas áreas, inclusive na Guarda Municipal”, conta Juliano.

“Estamos mais reforçados com 48 novos guardas municipais neste ano e isso faz com que nosso trabalho fique ainda mais eficiente e mais visível, seja por meio da proteção ao patrimônio público, do patrulhamento preventivo e do aumentando das ações de segurança como um todo”, completa Juliano.

O secretário municipal de Defesa Social, inspetor GM Louriney Silva, relata que a GM tem atuado em vários setores. “Nossa Guarda Municipal está em todos lugares, atendendo nossa população. Esses números demonstram o esforço destes homens e destas mulheres que estão diariamente defendendo nossa população seja nas escolas, nas ruas, nos órgãos públicos, por toda a cidade”, disse.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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