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GM lança operação para garantir fluidez no trânsito nas principais avenidas de Várzea Grande

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‘Via Azul’ conta com efetivo ostensivo e de orientação viária nas principais rotatórias da cidade

A Guarda Municipal de Várzea Grande deflagrou a operação ‘Via Azul’ que visa garantir a fluidez, segurança e ordenamento do trânsito nas principais ruas e avenidas do Município nos horários de maior fluxo de veículos. A ação conta com efetivo ostensivo e de orientação viária.

Conforme a Guarda Municipal, os pontos de atuação são: rotatória do Zero KM (cruzamento das Avenidas da FEB com a Prefeito Murilo Domingos) e do rotatória do VG Shopping que liga as Avenidas Filinto Müller, João Ponce de Arruda e Arthur Bernardes.

Conforme a prefeita Flávia Moretti (PL), que participou pessoalmente do lançamento e foi ouvir a opinião dos motoristas sobre os primeiros impactos da ‘Via Azul’, a ação visa preservar vidas e garantir o bem-estar da população. “A Operação Via Azul não resolve tudo, mas é a solução que a Guarda Municipal vem trabalhando para deixar o caminho mais rápido, mais seguro e menos cansativo pra você”, disse Moretti.

O comandante da Guarda Municipal, o inspetor GM Juliano Lemos, destaca o compromisso de todos os homens e todas as mulheres da Guarda Municipal em construir um trânsito seguro e eficiente. “Nossas guarnições estão nas ruas auxiliando na travessia de pedestres, coordenando o trânsito e zelando pela vida de todos”, conta Juliano.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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