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Cristo Rei passa por mutirão e mais de 120 toneladas de entulho já foram removidas

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Trabalhos começaram na semana passada e utilizam caminhões que transportam o dobro da capacidade de veículos comuns, ao invés de 12 toneladas, esse maquinário comporta de 24t a 30t por viagem, o dá celeridade à ação

A Prefeitura de Várzea Grande intensificou os serviços de limpeza no Grande Cristo Rei, que vinha sendo alvo de frequentes reclamações de moradores e motoristas devido ao acúmulo de lixo, entulho e mato nas ruas. O trabalho foi na semana passada e deve ser concluído nos próximos dias.

A ação é coordenada pela Subprefeitura do Cristo Rei e acompanhada de perto pela responsável pela infraestrutura local, Ana Paula, que faz questão de estar em campo ao lado das equipes de servidores e colaboradores. “Estamos trabalhando firmes aqui na região. Já retiramos cerca de 120 toneladas de entulho com o apoio de caminhão e trator próprios, além de uma retroescavadeira. Enquanto veículos comuns transportam até 12 toneladas, o caminhão da Subprefeitura comporta de 24 a 30 toneladas por viagem. Ainda não concluímos toda a limpeza, mas na próxima semana o mutirão será retomado e intensificado”.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, destacou que a operação faz parte de um calendário permanente de manutenção em diversos bairros da cidade.

“Essa é uma determinação da prefeita Flávia Moretti: manter as frentes de trabalho ativas em todas as regiões. O Cristo Rei é um ponto estratégico de Várzea Grande e, por isso, recebe atenção especial. Seguiremos com os mutirões para garantir um ambiente mais limpo, organizado e seguro para moradores e para quem circula pela região”, afirmou o secretário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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