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Cerqueira solicita esclarecimentos sobre possível suspensão de refeições nas unidades de saúde

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira (MDB), enviou, na manhã desta quinta-feira (13.11), um ofício à Secretaria Municipal de Saúde, solicitando esclarecimentos acerca da informação de que a empresa “Festas e Artigos de Época Ltda.” estaria cobrando R$ 4,8 milhões da Prefeitura e poderia suspender a oferta de refeições nas unidades de saúde do município.

O parlamentar solicita informações sobre os pagamentos realizados à empresa no exercício de 2025, bem como acerca dos débitos vencidos e vincendos que já tenham sido faturados.

“Precisamos acompanhar essa situação de perto. Pois se trata de algo muito grave, uma vez que a empresa teria sinalizado a interrupção dos serviços no dia 15 de novembro, caso o pagamento não seja efetuado. Estamos tratando de saúde pública, estamos tratando de vidas. E com vidas não se brinca”, destacou Cerqueira.

O vereador foi além e declarou: “É um valor expressivo. Precisamos saber por que ele não está sendo pago, desde quando ocorre essa inadimplência e o que, de fato, foi efetivamente faturado. Esses esclarecimentos são fundamentais, e o pagamento deve ser realizado com urgência, caso a informação se confirme, a fim de evitar prejuízos à continuidade dos serviços”.

A solicitação é uma resposta à matéria veiculada na imprensa local e visa garantir a transparência e o regular funcionamento das unidades de saúde.

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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