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Sorrimobi é tema de painel no Smart City Expo Curitiba

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Evento reúne bons exemplos de cidades que são referência na construção de vivências urbanas inclusivas e conectadas

O case do Sorrimobi foi apresentado como referência em utilização de tecnologia para a sustentabilidade no painel “Mobilidade Urbana”, durante a edição deste ano do Smart City Expo Curitiba.

Desde quarta-feira e até sexta-feira (25 a 27 de março), o evento reúne na capital paranaense mais de 20 mil pessoas para discutir formas de para debater e reforçar o papel da inovação, criatividade, empatia e propósito na construção de vivências urbanas mais inclusivas e conectadas.

Quem apresentou o Sorrimobi foi o diretor do Departamento de Transparência e Controle Social, que integra a Controladoria Geral do Município (CGM), Renê Ferreira das Neves.

“Participar da Smart City Expo Curitiba ampliou minha visão sobre o uso da tecnologia na gestão pública, pois o evento mostrou que cidades inteligentes vão além da inovação tecnológica, colocando as pessoas no centro das decisões”, declarou Renê, acrescentando que se destacaram soluções práticas voltadas à área pública, com foco em facilitar a vida da população, reduzir burocracias e gerar resultados concretos.

“Também ficou evidente a preocupação com questões sociais, buscando inclusão e melhoria da qualidade de vida”, continuou, declarando que outro ponto relevante foi o incentivo à participação cidadã, reforçando que cidades mais inteligentes são construídas com o envolvimento ativo da população, ou seja, o futuro das cidades depende da união entre tecnologia, eficiência e compromisso com as pessoas”, pontuou, ao lado do controlador-geral do Município, Láercio Garcia, que também participa do evento.

Sobre o Sorrimobi

Implantado em 2021, o sistema de transporte por aplicativo gera economia, reduz a emissão de carbono e traz mais agilidade ao ir e vir de servidores durante o expediente. Além de agilizar processos e gerar economia direta, os servidores que utilizam o Sorrimobi não precisam se preocupar em pegar o volante, enfrentar o trânsito, nem perder tempo com “onde estacionar”

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

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