Sorriso
Queimar lixo no quintal é crime
Sorriso
Restos vegetais devem ser acondicionados em sacos até a coleta de resíduos sólidos
Juntou as folhas do quintal, varreu a calçada? O que você faz com estes resíduos? Se você coloca fogo em um cantinho do quintal, além de poluir o meio ambiente, você está cometendo crime ambiental. Isso mesmo, não importa se é “só as folhas do pé de manga”.
Colocar fogo é crime, gera multa, prejudica a saúde, pode causar incêndios sem controle por conta do tempo seco, e nunca, nunca deve ser escolhida como a melhor opção na hora de dar um destino para os resíduos de jardinagem. A prática pode ser enquadrada no artigo 54 da Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais) que criminaliza a conduta que pode causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora.
A alternativa correta, tanto para o meio ambiente, quanto para você e seus vizinhos, que não merecem a fumaça da fogueira, é acondicionar as folhas e galhos em sacos e aguardar a coleta de resíduos sólidos, que passa a cada dois meses – mais ou menos – em cada um dos oito setores em que a cidade foi dividida.
Nesta semana, as equipes da coleta de resíduos sólidos estão atuando no Setor 5, e na próxima semana, seguem para o Setor 6. Complicou? Não sabe em qual setor está o bairro onde você mora? É só clicar aqui e baixar o calendário da Coleta de Resíduos Sólidos, que está disponível no site da Prefeitura.
Arquivo digital
Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.
Para contribuir neste movimento “menos papel, menos consumo, resíduos descartados no lugar certo e muita reciclagem”, vale também ajudar a propagar essa ideia, avisar a vizinhança no grupão do zap, dar um apoio para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia e reforçar que, para garantir um mundo habitável para as gerações futuras, todo mundo precisa contribuir… e, nesta situação, você é todo mundo sim.
Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:
O que é recolhido?
Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).
O que não é coletado?
Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.
Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.
Confira aqui como funciona cada coleta:
Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:
Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.
Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.
Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.
Dúvidas
Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.
Sorriso
Em Sorriso, Sérgio Ricardo destaca que Plano Mato Grosso 2050 vai priorizar qualidade de vida e gestão eficiente
Durante agenda no município, o presidente reforçou a defesa de uma gestão pública voltada para as pessoas e baseada em planejamento, eficiência e responsabilidade fiscal
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, reforçou em Sorriso a defesa de uma gestão pública voltada para as pessoas e baseada em planejamento, eficiência e responsabilidade fiscal. Durante agenda no município, o presidente afirmou que a cidade se tornou uma das principais referências para a construção do Plano Mato Grosso 2050, iniciativa liderada pelo TCE-MT para pensar o desenvolvimento do estado nas próximas décadas.
O posicionamento ocorre em meio ao avanço do levantamento técnico apresentado pelo Tribunal, que aponta baixa execução de recursos do Fethab em diversas regiões e revela que 37 municípios mato-grossenses apresentam alto risco de desequilíbrio fiscal. Diante desse cenário, Sérgio Ricardo defende que os gestores públicos adotem modelos de administração mais eficientes, com foco em investimentos estruturantes e melhoria da qualidade de vida da população.
Ao avaliar a realidade encontrada em Sorriso, em reunião com o prefeito Alei Fernandes, o presidente do TCE-MT destacou o crescimento urbano, a infraestrutura e os indicadores sociais do município como exemplos positivos de gestão pública. “É uma cidade que eu coloco como cidade modelo. Aqui eu vejo perguntas sobre como melhorar ainda mais a educação, a saúde, a infraestrutura. Isso mostra uma cidade que pensa no futuro”, afirmou Sérgio Ricardo durante entrevista no município.
O presidente também afirmou que pretende utilizar experiências desenvolvidas em Sorriso como referência dentro do Plano Mato Grosso 2050. “Vou pegar exemplos daqui para colocar no nosso plano de metas Mato Grosso 2050. Precisamos construir um estado que cuide das pessoas, com planejamento, responsabilidade e investimento correto”, declarou.
Durante a agenda, Sérgio Ricardo voltou a defender uma atuação mais próxima da realidade dos municípios e ressaltou que o papel do Tribunal de Contas vai além da fiscalização. “O Tribunal de Contas quer orientar os gestores, ajudar os municípios a acertarem. Nosso foco é melhorar a gestão pública e investir em gente.”
Na avaliação do presidente do TCE-MT, cidades como Sorriso demonstram que planejamento, gestão técnica e compromisso com a população são fundamentais para garantir crescimento sustentável e equilíbrio das contas públicas nos próximos anos.
Fiscalização na BR-163
A passagem de Sérgio Ricardo por Sorriso integrou a agenda de fiscalização realizada nas obras da BR-163. Durante o trajeto pela rodovia, o presidente do órgão vistoriou trechos em execução, transmitiu análises ao vivo pelas redes sociais e cobrou mais qualidade na infraestrutura entregue à população.
A fiscalização, que passou por Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop, integra um conjunto de ações conduzidas pelo TCE-MT sobre a infraestrutura rodoviária. A ação reforçou o posicionamento defendido pelo presidente de que grandes investimentos precisam ser acompanhados de fiscalização rigorosa, planejamento e foco nos resultados para a população.
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