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Grupos acompanhados pela equipe E-Multi da Academia da Saúde comemoram resultados alcançados

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Nesta semana a equipe E-Multi da Academia da Saúde encerrou mais uma edição dos grupos de acompanhamento voltados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), desenvolvidos com o objetivo de promover hábitos saudáveis, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida.

Ao longo de aproximadamente seis meses, os participantes receberam acompanhamento multiprofissional por meio dos projetos Equilíbrio Ativo – Combate à Obesidade em Adultos e Renova 40 – Um Olhar para Mulheres no Climatério e Menopausa.

O projeto Equilíbrio Ativo foi direcionado a adultos e idosos com obesidade e teve como foco incentivar mudanças sustentáveis no estilo de vida, conscientizar sobre os riscos da obesidade e oferecer suporte para o controle de doenças associadas. Durante os encontros quinzenais, foram abordados temas como alimentação saudável, leitura de rótulos, organização alimentar, saúde emocional, compulsão alimentar, doenças crônicas, comportamento alimentar e estratégias para manter a motivação ao longo do processo de emagrecimento.

Já o Renova 40 foi desenvolvido especialmente para mulheres que vivenciam o climatério e a menopausa, período marcado por importantes mudanças hormonais e físicas. Além do incentivo ao emagrecimento saudável, o grupo trabalhou aspectos relacionados ao autocuidado, autoestima, ansiedade, qualidade do sono, alimentação, atividade física e saúde emocional, proporcionando um espaço de acolhimento, troca de experiências e fortalecimento entre as participantes.

Os projetos foram conduzidos pelas nutricionistas Geane Ramallho e Elys Carvalho, com apoio da psicóloga Fernanda Muinaski, profissionais da Academia da Saúde, além do suporte das Unidades Básicas de Saúde. Durante todo o programa, os participantes passaram por avaliações físicas, acompanhamento nutricional, orientações em grupo e reavaliações para acompanhar a evolução dos resultados.

O encerramento dos grupos foi marcado pela entrega de certificados de participação e dos resultados alcançados, momento de celebração das conquistas individuais e coletivas e de reconhecimento do empenho dos participantes durante todo o processo.

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

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