Agricultura
ExpoCarpina começa amanhã com mais de 1,5 mil animais e foco em negócios
Agricultura
A 47ª edição da ExpoCarpina começa nesta quarta-feira (22.04), em Carpina (cerca de 50 km da capital, Recife), em Pernambuco, reunindo pecuaristas e empresas do setor em uma das principais vitrines da agropecuária da Mata Norte pernambucana. O evento segue até o dia 26, no Parque de Exposições Senador Paulo Guerra, com entrada gratuita e programação voltada à geração de negócios, difusão de tecnologia e melhoramento genético.
Organizada pela Associação dos Criadores da Mata Norte de Pernambuco, a feira deve reunir mais de 1.500 animais entre bovinos e equinos, além de atrair criadores de diferentes estados do Nordeste. A expectativa é repetir — e superar — o volume das edições anteriores, que já ultrapassaram a marca de 4 mil animais comercializados.
A agenda inclui leilões, provas zootécnicas e atividades técnicas. Entre os destaques está o leilão com foco em cria, recria e engorda, além do 2º Leilão Carpina Quarter Horse, voltado à raça Quarto de Milha. Na programação de pista, estão previstas provas de três tambores e julgamentos de Mangalarga Marchador, que tradicionalmente movimentam o setor de equinos na região.
Além da parte comercial, a ExpoCarpina mantém o eixo técnico com palestras, oficinas e rodadas de negócios, voltadas à capacitação do produtor e à integração com empresas do setor. A feira também conta com exposição de máquinas, insumos e serviços ligados à produção agropecuária.
Realizada em uma região com forte presença da pecuária, a ExpoCarpina se consolidou como ponto de articulação do setor na Mata Norte, com impacto direto sobre a economia local, seja pela comercialização de animais, seja pela movimentação de fornecedores e prestadores de serviço.
Serviço
ExpoCarpina 2026
📅 22 a 26 de abril
📍 Parque de Exposições Senador Paulo Guerra — Carpina (PE)
Fonte: Pensar Agro
Agricultura
Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre
As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.
Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.
O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.
A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.
No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.
Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.
O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.
Fonte: Pensar Agro
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