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Viva Maria: Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos

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A Rádio Nacional da Amazônia completa 49 anos nesta terça-feira,1º, e ganha uma homenagem especial no Viva Maria. Com apresentação de Mara Régia, o programa celebra a história da emissora que, há quase cinco décadas, leva informação, cultura e serviço a comunidades de diferentes regiões da Amazônia.

Para marcar a data, o programa recupera a memória musical da emissora em um depoimento do cantor e compositor paraense Nilson Chaves. Ele relembra o processo coletivo de criação de oito peças musicais produzidas especialmente para a Rádio Nacional da Amazônia, em uma experiência que buscou traduzir, em diferentes ritmos, a diversidade cultural da região e a relação da rádio com seus ouvintes.

“Conseguimos viajar um pouco nos ritmos da Amazônia, trazer mais esses ritmos para dentro da rádio, que fosse a identidade da rádio junto com esse povo amazônico”, conta Nilson Chaves.

A edição também apresenta uma memória especialmente afetiva. Mara Régia, que há décadas está ligada à programação da Rádio Nacional da Amazônia, lembra que a emissora se tornou uma espécie de ponte entre os territórios mais distantes e o restante do país.

Essa dimensão aparece com força no depoimento de Maryellen Crisóstomo, jornalista, ativista dos direitos humanos e liderança quilombola do Território Baião, em Almas, no sudeste do Tocantins. Ela conta que cresceu ouvindo a Nacional da Amazônia e que, para sua família, a rádio era muito mais do que uma fonte de informação: era também um meio de comunicação entre parentes e comunidades.

Maryellen recorda, por exemplo, os calendários enviados pela emissora aos ouvintes que escreviam para a rádio. A lembrança, guardada desde a infância, transforma em testemunho da presença da Nacional da Amazônia no cotidiano de comunidades onde outros meios de comunicação praticamente não chegavam.

E, para Mara Régia, a comemoração dos 49 anos já aponta para o próximo grande marco: o cinquentenário da emissora, em 2027.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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Drone de miriti estreia no Círio de Nazaré

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Vem aí o primeiro drone feito de miriti do mundo, criação da professora e cientista Keila Catete, em parceria com o Instituto Federal do Pará, Campus Belém. A nova tecnologia vai ser usada no Círio de Nazaré pela primeira vez, agregando o valor do artesanal nos brinquedos de criança feitos de miriti. A mestranda em engenharia pelo Instituto Federal do Pará, Campus Belém, responsável pela implantação da nova tecnologia, Keila Catete, fala da novidade.

“O projeto, ele agrega a sustentabilidade, a cultura local, a biodiversidade, principalmente, reconhecimento na área científica. E nada melhor do que agregar com a nossa cultura, a tecnologia, inovação e trabalhando com grandes especialistas.”

O projeto drone feito de miriti deverá ser atração das crianças durante o Círio. Vale ressaltar que a mestranda em engenharia deverá apresentar o primeiro drone com sensor e faz o veículo aéreo não tripulado flutuar sobre a água. Keila Catete comenta sobre a proposta, também, para as crianças.

“Essa tecnologia, ela vai agregar, a criança, ela vai observar, ela vai analisar que o protótipo, ela vai reconhecer tudo isso com controle remoto e toda a estrutura de um drone, terão acesso, mas sendo supervisionado por um profissional renomado e com aulas práticas, sim, essa criança, ela terá acesso, de acordo com a faixa etária, e também o modelo do drone.  Nós sabemos, mais uma vez, que temos que, classificar o drone para que as crianças possam ter acesso com segurança.”

 


Fonte: EBC Cultura

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