Mato Grosso
Brasil vai às oitavas e Corregedoria entrega álbum da Copa do Judiciário às unidades
Mato Grosso
Enquanto a Seleção Brasileira se prepara para enfrentar a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no domingo (5), às 15h (horário local), o clima de Copa também movimenta o Poder Judiciário de Mato Grosso. Nesta quarta e quinta-feira (1º e 2), representantes da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MT) entregaram álbuns físicos da Copa do Judiciário às unidades judiciais.As entregas dos álbuns físicos ocorreram presencialmente nas unidades do Fórum de Cuiabá, do Complexo dos Juizados Especiais, do Juizado da Infância e Juventude (no Complexo Pomeri) e do Fórum de Várzea Grande. Para as comarcas do interior, os exemplares foram encaminhados pelos Correios e devem chegar nos próximos dias.
Na quarta (01), a equipe da Corregedoria formada pelos juízes auxiliares, Jorge Alexandre Martins Ferreira e Anna Paula Gomes de Freitas Sansão, o diretor do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), Guilherme Schultz, a diretora do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje), Shusiene Tassinari Machado, e servidores da CGJ percorreram o Fórum de Cuiabá e o Complexo dos Juizados Especiais para entregar um exemplar do álbum físico para cada gabinete e outro para cada secretária das unidades judiciárias.
“A Copa do Judiciário foi criada para aproximar magistrados e servidores das metas institucionais de uma forma criativa e participativa. Com a entrega dos álbuns físicos, damos mais um passo nessa estratégia, incentivando as equipes a acompanhar seus indicadores, celebrar conquistas e buscar novos resultados”, disse o juiz auxiliar, Jorge Alexandre.
“Eu achei a ideia do álbum maravilhosa”, elogiou a juíza diretora do Fórum de Cuiabá, Hanae Yamamura de Oliveira. “Quando a Corregedoria vai até as unidades, visita às secretarias e os gabinetes, os servidores se sentem prestigiados e mais motivados a participar da iniciativa. No final, todos ganham, porque o objetivo é fortalecer o engajamento das equipes, aumentar a produtividade e contribuir para o alcance das metas estabelecidas pelo Tribunal de Justiça”, pontuou.A juíza dirigente do Complexo dos Juizados Especiais, Valdeci Moraes Siqueira, ressaltou o papel do álbum como ferramenta de gestão. “Além do aspecto lúdico, o álbum oferece um panorama claro do desempenho das unidades. Ele permite acompanhar a evolução das metas e direcionar os esforços para os pontos que ainda precisam ser aprimorados. A visita da Corregedoria também é muito positiva, porque aproxima a instituição dos servidores e demonstra acolhimento às unidades”, afirmou.
A magistrada da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, Cristiane Padim da Silva, também ficou empolgada com a iniciativa que aproveita o clima de Copa do Mundo para o acompanhamento das metas. “O formato lúdico ajuda a acompanhar as metas e, à medida que completamos o álbum, avançamos no cumprimento dos objetivos do Poder Judiciário, refletindo diretamente na qualidade dos serviços prestados aos jurisdicionados”, pontuou.
O assessor do 4º gabinete da 3ª Turma Recursal de Mato Grosso, João da Silva Mâncio Júnior, avaliou como o álbum facilitou a compreensão das metas. “Sou uma pessoa muito visual. Senti que ficou mais fácil identificar cada meta, os resultados alcançados e o que ainda precisa ser feito. Já usava a versão digital, muito bem elaborada, achei muito interessante o álbum físico, pois remete aos tradicionais álbuns de figurinhas da Copa do Mundo, algo que desperta identificação e até certa nostalgia”, confessou.
Na quinta (02), foi a vez do Fórum de Várzea Grande receber o juiz auxiliar da CGJ, Jorge Alexandre Martins Ferreira, o diretor do Dapi, Guilherme Schultz e servidores da Corregedoria. Magistrados e servidores se reuniram no plenário do fórum e antes de receberem um exemplar físico assistiram a apresentação sobre o funcionamento do álbum digital.
Para o juiz diretor do Fórum, Ângelo Judai Júnior, a ideia usa uma linguagem simples e divertida que engaja. “É uma forma simples e eficiente de traduzir indicadores e metas para o dia a dia das unidades, mas usando o formato dos álbuns da Copa do Mundo. Isso despertando uma lembrança afetiva que torna a experiência ainda mais interessante”, avaliou.O gestor judiciário do 2º Juizado Cível, Jeonathan Suel Dias, citou que o álbum é um sucesso entre os estagiários. “O mais interessante é que ele apresenta uma forma diferente de acompanhar as metas. Isso ajuda os estagiários e colegas novos a entender o todo do trabalho que desenvolvemos e a perceber como cada atividade contribui para o alcance das metas. Ter essas informações de forma visual e acessível torna o processo mais claro e didático”, argumentou.
A equipe da Corregedoria ainda foi até o Juizado da Infância e Juventude no Complexo Pomeri, na Capital, para entregar os álbuns físicos. “Gostei da iniciativa porque fica mais fácil visualizar o que precisamos alcançar e acompanhar os resultados. Além disso, o formato remete ao clima de Copa do Mundo, algo que desperta interesse e torna a experiência mais leve e envolvente”, afirmou a juíza da 1ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, Gleide Bispo Santo.
“A receptividade tem sido muito positiva”, contou o diretor do DAPI e idealizador da inciativa, Guilherme Schultz. “Percebemos um grande engajamento das equipes, seja para tirar dúvida, sugerir alterações e conseguir as figurinhas. Isso demonstra que a iniciativa conseguiu despertar o interesse dos participantes e aproximá-los ainda mais das metas institucionais”, comemorou.
Autor: Larissa Klein
Fotografo: Rodrigo Moura e Lucas Coutinho
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]
Mato Grosso
Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes
A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.
Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.
“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.
Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.
Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.-
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