Cultura

Seminário nacional discute fortalecimento e proteção de rodas de samba

Publicado em

Cultura

Pesquisadores, gestores públicos, lideranças culturais e representantes de rodas de samba de todo o Brasil reúnem-se para discutir os desafios e o papel dessas manifestações na vida cultural brasileira.

Com duração de três dias, 1º Seminário Nacional das Rodas de Samba, no centro da cidade do Rio de Janeiro, é organizado pelo Ministério da Cultura e traz reflexões sobre temas como economia criativa, patrimônio cultural, memória, participação social, promoção de políticas públicas, ocupação dos espaços públicos e desenvolvimento territorial.

O ministro da Cultura interino, Márcio Tavares, defende que as rodas de samba têm uma grande rede de produção cultural e preservam as tradições afro-brasileiras.

“Mais do que apresentações musicais, elas são ambiente de convivência, de memória, de educação popular, formação artística, emprego e renda, fortalecimento das redes comunitárias. As rodas mantêm viva essa tradição cultural que tem mais de 100 anos e envolve comunidades inteiras na sua realização. Acho que a gente ampliar esses instrumentos de valorização, de salvaguarda e de financiamento é muito importante”.

A programação inclui, ainda, debates com nomes como Helena Theodoro, Tadeu Kaçula, Nei Lopes,  Nilcemar Nogueira e Zé Luiz do Império, entre outros.

A cerimônia de encerramento está prevista para acontecer no Clube Renascença, no bairro do Andaraí, zona norte da cidade, com uma mesa de debates seguida de feijoada e roda de samba em homenagem à histórica sambista carioca Tia Surica.

Para mais informações, acesse as redes sociais do Ministério da Cultura.

 

*Sob supervisão de Fábio Cardoso




Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Festival ressalta artes cênicas negras e afro-indígenas em São Luís

Publicados

em

A capital do Maranhão será palco de encontros, espetáculos, performances, oficinas e experiências que celebram a potência das artes cênicas negras e afro-indígenas. São Luís recebe, a partir desta terça-feira(13) até o próximo sábado, o 1ª Festival de Artes Cênicas Pretas do Maranhão.

Além de artistas maranhenses, a programação – totalmente gratuita – é composta por artistas da Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que trazem para o palco diferentes linguagens.

A programação se concentra nos teatros Arthur Azevedo, Luiz Pazzini e o Teatro do Sesc – Napoleão Ewerton, além do Centro Cultural Vale Maranhão.

Durante os cinco dias de evento, os artistas usarão dança, teatro, performances e cenas curtas para levar ao público temas como ancestralidade, literatura negra, cultura popular e experiências sociais e culturais vivenciadas pela população preta. 

A abertura acontece às 19h, no Teatro do Sesc Napoleão Ewerton, com a encenação do espetáculo Língua de Boi, da Cia Maranhense. Inspirado no grande mito da cultura maranhense, o grupo ressignifica o renascimento do boi e entrelaça os cinco estágios do luto aos cinco sotaques do Bumba Meu Boi para falar de dignidade, memória e resistência ancestral.

Outros destaques do Festival são os espetáculos A Flor do Mulungu, também do Maranhão; Cuidado com Nós e Parto Pavilhão, ambos de São Paulo; e Histórias da Terra, do grupo paranaense Baquetá.

Em paralelo, também estão previstas oficinas e apresentações em escolas públicas, acompanhadas de ações bate papo com os alunos. 

A programação completa está disponível no perfil do evento no Instagram. 




Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA