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Operação apreende 107 quilos de drogas e causa prejuízo de R$ 2,4 milhões às facções criminosas

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Operação integrada entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Força Tática de Várzea Grande localizou nesta segunda-feira (1.6) um centro de distribuição de drogas e munições no bairro Jardim Universitário em Cuiabá, causando um prejuízo de 2,4 milhões às facções criminosas.

A ação resultou na apreensão de 107 quilos de entorpecente, sendo 91 quilos de maconha e 16 de cloridrato de cocaína; 79 munições de fuzis, espingardas e pistola; R$ 483 mil em espécie e cheques; e um revólver.

A apreensão ocorreu após troca de informação de que havia chegado uma carga de entorpecente em Várzea Grande. Operadores do Gefron e homens da Força Tática, do 2º Comando Regional da Polícia Militar, iniciaram as buscas e chegaram a uma residência na Capital, que estava sendo utilizada para armazenar a droga e munições.

O entorpecente e as munições foram encaminhadas à Delegacia de Polícia para as providências cabíveis.

Fonte: PM MT – MT

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Justiça manda MPE investigar Alan Porto por suposto uso da Educação em campanha

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A Justiça Eleitoral determinou que o Ministério Público Eleitoral (MPE) apure uma denúncia envolvendo o candidato a deputado estadual Alan Porto (Republicanos) e um possível uso da estrutura da Educação pública para fins eleitorais. A decisão é do juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá.

A denúncia foi apresentada por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, após a divulgação de um vídeo em que Alan Porto aparece em frente à Escola Municipal Nossa Senhora das Graças, em Comodoro, acompanhado de funcionárias da unidade. Segundo o termo de constatação citado no processo, o conteúdo foi publicado em perfil que identifica Porto como candidato.

Na decisão, o magistrado determinou o encaminhamento do caso ao MPE para uma investigação preliminar, especialmente para verificar a eventual participação de servidoras de uma unidade escolar pública na produção de conteúdo de natureza eleitoral.

O juiz destacou que cabe ao Ministério Público avaliar se existem elementos para adoção de alguma medida judicial. Ou seja, a determinação não significa que Alan Porto tenha sido condenado ou que uma irregularidade eleitoral já esteja comprovada. Neste momento, trata-se de uma apuração sobre os fatos registrados na denúncia.

Alan Porto comandou a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) durante boa parte das duas gestões do ex-governador Mauro Mendes e deixou o cargo para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Agora, a atuação durante o período em que esteve à frente da pasta volta a ganhar repercussão no contexto eleitoral.

Caso o MPE encontre elementos que indiquem eventual prática irregular, poderá adotar as medidas cabíveis perante a Justiça Eleitoral. A denúncia, contudo, ainda está em fase inicial e qualquer responsabilização dependerá da apuração e de eventual processo.

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