Polícia
PM encerra festa de facção criminosa que tinha drogas e presença de adolescentes em Barra do Bugres
Polícia
Policiais militares do 7º Comando Regional apreenderam, na madrugada deste domingo (17.5), 176 porções de entorpecentes diversos, 24 garrafas de bebidas alcoólicas, quatro rádios comunicadores e um simulacro de arma de fogo, durante abordagem a uma festa promovida por integrantes de uma facção criminosa no município de Barra do Bugres.
No local, 37 pessoas foram abordadas e detidas, entre adolescentes e suspeitos por tráfico ilícito de drogas, apologia ao crime e fornecimento de bebidas alcoólicas e substâncias ilícitas para menores de idade.
Equipes da 12ª Companhia Independente da PM, com apoio da Agência Regional de Inteligência, do 19º BPM e da Força Tática, receberam denúncia de que havia uma festa sendo promovida por faccionados em um pesqueiro. No local, ocorria o consumo e a comercialização de drogas.
Com um dos suspeitos apontados como organizadores do evento, os policiais apreenderam 91 porções de entorpecentes diversos. Já com outra integrante da quadrilha foram encontrados 22 comprimidos de ecstasy.
As equipes também localizaram porções de cocaína, maconha e loló espalhadas em diferentes pontos do salão de festas. Os militares encontraram ainda um simulacro de pistola dentro de um veículo. Pelo menos 28 menores de idade estavam no local, fazendo uso de bebidas alcoólicas e, possivelmente, de entorpecentes.
Os suspeitos, os materiais apreendidos e os demais envolvidos foram encaminhados à delegacia para registro da ocorrência
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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