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Grêmio goleia o Confiança e avança na Copa do Brasil

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O Grêmio garantiu sua vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil ao derrotar o Confiança por 3 a 0, na noite desta quinta-feira, no Estádio Lourival Baptista, pelo confronto de volta da quinta fase. Depois de já ter vencido o primeiro duelo por 2 a 0, o time gaúcho fechou a eliminatória com 5 a 0 no placar agregado.

A equipe tricolor construiu a classificação com autoridade e pouco sofreu diante do adversário. O primeiro gol saiu ainda na etapa inicial, aos 14 minutos, quando Amuzu invadiu a área e foi derrubado por Valdir. Na cobrança da penalidade, Braithwaite bateu com tranquilidade, deslocou o goleiro Rafael Pascoal e abriu o marcador.

Na volta do intervalo, o Grêmio manteve o controle da partida e ampliou aos 13 minutos do segundo tempo. Willian apareceu pela direita e levantou a bola na área para Braithwaite, que cabeceou para o chão e marcou o segundo dele no jogo. Mais tarde, aos 25 minutos, o time gaúcho voltou a ter um pênalti a seu favor. Desta vez, Willian foi para a cobrança e converteu com categoria, sem dar chances ao goleiro, decretando o 3 a 0.

Com o resultado, o Grêmio segue firme na briga pelo título e agora espera o sorteio para conhecer o adversário da próxima fase. Já o Confiança se despede da competição nacional após não conseguir reagir diante da superioridade gremista nos dois jogos do confronto.

Próximos jogos

Confiança

  • Jogo: Confiança x Maranhão
  • Competição: Brasileirão Série C – Rodada 7
  • Data: 18 de maio de 2026, segunda-feira
  • Horário: 20h
  • Local: Estádio Lourival Baptista, Aracaju (SE)

Grêmio

  • Jogo: Bahia x Grêmio
  • Competição: Brasileirão Série A – Rodada 16
  • Data: 17 de maio de 2026, domingo
  • Horário: 16h
  • Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)

Fonte: Esportes

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.

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