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Viva Maria reflete sobre a “falsa abolição” da escravatura no Brasil

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Olá amigas e amigos deste nosso programa que, à luz de uma verdade histórica incontestável, desde os anos 1980 se nega a comemorar o 13 de maio, que é o dia oficial da Abolição da Escravatura no Brasil.

A exemplo do que faz o movimento negro, este programa prefere aproveitar a data para chamar a atenção da nossa sociedade para o cenário de exclusão e discriminação que, até hoje, 138 anos depois, ainda nega à população negra a igualdade de oportunidades.

Por isso, em nome de uma revisão que a história desse país ainda está a nos dever — inclusive nos livros didáticos — queremos ouvir a professora Gina Vieira Ponte, que ainda ontem (12) foi agraciada com o Prêmio Engenho Mulher 2025 por ter se tornado uma referência em educação do Brasil.

Ela é autora do Projeto Mulheres Inspiradoras, responsável pela transformação da vida de centenas de alunos da rede pública que frequentaram suas aulas, em Brasília (DF).

A propósito, neste 13 de maio, vamos ouvir com muita atenção a aula que ela vai nos dar sobre os bastidores políticos que levaram a Princesa Isabel a promulgar a Lei Áurea.

▶️ Clique no player acima de acompanhe a entrevista!


Fonte: EBC Cultura

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Museu recupera negativos fotográficos raros usados por Roquette-Pinto

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O Museu Nacional recuperou um conjunto raro de 8 negativos fotográficos em vidro e uma lanterna slide utilizados pelo pai da radiodifusão brasileira, Edgard Roquette-Pinto. Os itens estavam preservados sob a guarda da Fundação Biblioteca Nacional há mais de um século, e agora passam a integrar a coleção da Seção de Memória e Arquivo, a Semear, do Museu Nacional.

Tratam-se de chapas fotográficas antigas que funcionavam como “molde” inicial para geração de fotografias positivas em papel. As imagens, expostas em uma conferência na Biblioteca Nacional, em 1913, retratam culturas indígenas, elementos da natureza e exemplares associados à pesquisa científica.

O historiador Gustavo Alves Cardoso Moreira, da equipe técnica do Semear, e a conservadora-restauradora Ana Luiza Castro do Amaral, chefe do Laboratório Central de Conservação e Restauro da UFRJ, analisaram as imagens. O processo envolveu associações entre os negativos preservados da Biblioteca Nacional, a coleção histórica de pranchas fotográficas e os registros documentais da antiga coleção de negativos em vidro do Museu Nacional, perdida no incêndio de 2018.

O diretor do Museu Nacional, Ronaldo Fernandes, afirma que a colaboração entre as instituições é fundamental para preservação histórico-cultural do país…

“A verdadeira alma do Museu Nacional está na memória, nas ideias. Por isso, receber de volta esses negativos de 1913, que a Biblioteca Nacional guardou com tanto cuidado por anos, é como encaixar uma peça fundamental do nosso mosaico de artefatos, memórias e ideias. E o mais importante disso tudo é que garante que as próximas gerações conheçam o nosso passado para poderem olhar para o futuro. Ver o museu e a Biblioteca Nacional atuando em conjunto reforça o papel de ambas as instituições como grandes guardiãs da memória do Brasil”.

A restituição desses registros visuais significa um marco simbólico para o Museu, ao permitir o reencontro com documentos históricos insubstituíveis que preservam aspectos singulares da ciência, da cultura e das práticas institucionais de sua trajetória.

*Supervisão de Fábio Cardoso


Fonte: EBC Cultura

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