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Sorriso recebe lançamento oficial do longa Mãe Bonifácia

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Exibições acontecem nos dias 23 e 24 de maio, no Centro de Eventos Ari José Riedi, com possibilidade de sessões extras conforme demanda do público

As luzes do cinema se acendem para um momento histórico! Sorriso recebe o lançamento do seu primeiro longa-metragem, Mãe Bonifácia, uma obra que nasce do olhar sensível do cineasta Salles Fernandes e ganha força ao contar uma história de identidade e resistência.

O primeiro longa sorrisense será apresentado ao público nos dias 23 e 24 de maio, no auditório Farroupilha, no Centro de Eventos Ari José Riedi.

A programação inicia no sábado (23), às 19h, com cerimonial de abertura, seguido pela exibição oficial do filme às 19h30. Já no domingo (24), a sessão está marcada para as 18h. De acordo com a produção, caso haja grande procura, sessões extras poderão ser abertas: no sábado, às 21h, e no domingo, às 20h.

Antes da estreia em Sorriso, a produtora Artimagem apresentou o primeiro corte do longa no início de abril, em Cuiabá, onde o filme foi recebido com entusiasmo pelo público e crítica.

O longa retrata a história de Mãe Bonifácia, figura simbólica de resistência, trazendo à tona uma narrativa marcada pela força feminina, espiritualidade e luta por dignidade.

Mão Bonifácia ganha ainda mais relevância ao trazer no papel principal a consagrada atriz Zezé Motta, um dos grandes nomes do cinema e da televisão brasileira. Sua atuação dá vida à personagem principal, figura marcada pela força espiritual, resistência e protagonismo feminino.

Segundo o diretor Salles Fernandes, “esse filme é um sonho realizado. É o resultado de muito trabalho, dedicação e amor pela nossa cultura. Queremos ver a população de Sorriso ocupando o auditório Farroupilha e celebrando junto com a produção esse momento histórico!”, disse.

A organização informa que haverá cadeiras reservadas para autoridades e equipe de produção, enquanto os demais lugares serão destinados ao público em geral, por ordem de chegada. Por isso, a orientação é que os interessados compareçam com antecedência para garantir lugar.

Após as exibições em Sorriso, o filme seguirá para festivais e circuitos de exibição, com expectativas de chegar a canais de assinatura.

Realizado pela produtora Artimagem, o longa foi viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio de edital da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT) e apoio da Prefeitura de Sorriso através da Secretaria Municipal de Cultura.

A entrada é gratuita e a classificação indicativa da obra que tem duração de 1 hora e 24 minutos, é de 10 anos.

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

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