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São Paulo empata na altitude e segue líder do Grupo C na Sul-Americana
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Com uma formação alternativa e foco no rodízio de elenco, o São Paulo conquistou um empate por 0 a 0 contra o Millonarios, na noite desta terça-feira (28), no Estádio El Campín, em Bogotá, pela terceira rodada da Copa Sul-Americana. Mesmo sem força máxima e enfrentando as dificuldades da altitude, o Tricolor saiu de campo com um resultado estratégico para a campanha no torneio.
O empate manteve o São Paulo na liderança do Grupo C, agora com sete pontos e ainda invicto — duas vitórias e um empate. O Millonarios chegou aos quatro pontos, mas caiu para o terceiro lugar devido à vitória parcial do O’Higgins sobre o Boston River na rodada.
O jogo
O São Paulo começou insinuante. Logo aos quatro minutos, Tapia recebeu lançamento em profundidade e finalizou para defesa segura de Novoa. O time brasileiro voltou a ameaçar em duas cobranças de escanteio: primeiro com Sabino, que cabeceou por cima, e depois com André Silva, parado em cima da linha por Sarabia, no lance mais perigoso dos visitantes na etapa inicial.
Os colombianos equilibraram o jogo a partir dos 30 minutos. Llinás respondeu de cabeça após escanteio, mas mandou por cima. Valencia ainda tentou em cobrança de falta, sem direção. Nos acréscimos, um bate-rebate na área quase terminou em gol, mas Arias finalizou para fora.
Segundo tempo
A etapa final começou com pressão do Millonarios. Aos cinco minutos, Leonardo Castro arriscou de longe, assustando Coronel. O São Paulo voltou a aparecer bem aos 14, quando Bobadilla encontrou Tapia livre, mas o chileno finalizou em impedimento.
Os colombianos cresceram na reta final. Quintero invadiu a área e bateu para fora, enquanto Mateo García obrigou Coronel a espalmar chute de média distância. Nos minutos finais, Beckham Castro completou cruzamento perigoso, e o goleiro são-paulino fez a defesa mais importante da noite.
O empate acabou refletindo o equilíbrio e as boas atuações defensivas de ambos os lados.
Próximos compromissos
Millonarios
- Jogo: Alianza FC x Millonarios
- Competição: Campeonato Colombiano – Apertura (19ª rodada)
- Data: 03/05 (domingo)
- Horário: 17h30 (de Brasília)
- Local: Estádio Armando Maestre Pavajeau, Valledupar
São Paulo
- Jogo: São Paulo x Bahia
- Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
- Data: 03/05 (domingo)
- Horário: 16h (de Brasília)
- Local: Estádio Cícero de Souza Marques, Bragança Paulista
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| MILLONARIOS-COL 0 x 0 SÃO PAULO | |
| Competição | Copa Sul-Americana (3ª rodada da fase de grupos) |
| Local | Estádio Nemesio Camacho El Campín, Bogotá (Colômbia) |
| Data | 28 de abril de 2026 |
| Horário | 21h30 (de Brasília) |
| Cartões Amarelos | André Silva, Nicolas, Carlos Coronel (São Paulo) |
| Cartões Vermelhos | Nenhum |
| Arbitragem | Árbitro: Juan Benítez (PAR); Assistentes: Milciades Saldivar (PAR), José Cuevas (PAR); VAR: Ulisses Mereles (PAR) |
| Millonarios-COL | Novoa; Sarabia, Llinás, Arias, Valencia (Banguero); Ureña, Mateo García (Angulo), David Silva (Quintero), Del Castillo (Beckham Castro); Leonardo Castro (Vega), Contreras. Técnico: Fabián Bustos |
| São Paulo | Carlos Coronel; Dória, Alan Franco, Sabino; Cédric Soares, Luan (Negrucci), Djhordney (Bobadilla), Cauly (Lucca), Nicolas (Wendell); Tapia, André Silva (Ferreira). Técnico: Roger Machado |
Fonte: Esportes
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Após décadas de espera, Governo de Mato Grosso muda cenário da saúde com o Hospital Central
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O Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso em operação desde janeiro deste ano, marca um novo momento da saúde pública no estado e tem recebido diversos elogios de pacientes e seus familiares.
A moradora de Diamantino Cleonice Soares, esposa do paciente Francisco, que passou pela cirurgia robótica, considera que o atendimento da unidade traz muitos diferenciais e é melhor do que em hospitais privados.
“A gente vinha há um tempo só tratando no particular e quando surgiu a oportunidade de a gente vir para Cuiabá e fazer esse tratamento pelo SUS foi uma vantagem muito grande, algo extraordinário em nossas vidas. O lugar é fantástico, é um acolhimento que a gente não acha nem em rede particular. Todo mundo nos acolheu como alguém muito especial”, avaliou.
Voltado à medicina de alta complexidade, o Hospital Central é uma unidade estruturada para a realização de procedimentos cirúrgicos de alta precisão, com incorporação de tecnologias avançadas, incluindo cirurgia robótica, voltada ao atendimento exclusivo de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
“Nós tiramos o Hospital Central do papel e trouxemos para Mato Grosso o que há de melhor na saúde do Brasil. Ao escolher o Einstein para administrar a unidade, elevamos o padrão da saúde pública e ampliamos o acesso a serviços de alta complexidade. O mato-grossense merece ter aqui o atendimento que antes precisava buscar fora do estado”, avaliou o governador Otaviano Pivetta.
Administrado pelo Einstein Hospital Israelita, organização filantrópica com 25 anos de atuação no SUS, o Hospital Central foi responsável pelas primeiras cirurgias robóticas feitas pela saúde pública em Mato Grosso. A primeira delas foi em fevereiro e, desde então, já são 23 cirurgias realizadas, entre urologia e ginecologia.
A cirurgia robótica traz mais precisão na realização dos procedimentos e garante uma recuperação mais ágil e confortável ao paciente. Além da urologia e da ginecologia, cirurgias pediátricas e do aparelho digestivo também serão feitas com o robô.
Outro avanço foi a realização das primeiras intervenções cardíacas pediátricas por meio do serviço de hemodinâmica, implementado em maio de 2026. A tecnologia permite procedimentos menos invasivos e menor dependência de encaminhamentos para tratamento fora do estado. São dois aparelhos no Hospital Central, sendo um deles voltado exclusivamente para procedimentos cardiovasculares. A partir do mês de julho, a previsão é ofertar pelo menos 240 procedimentos por mês dessa especialidade.
“Mais do que ampliar a oferta de serviços e atuar como referência em alta complexidade, o Hospital Central qualifica a assistência em saúde de Mato Grosso. A unidade foi estruturada para garantir atendimento humanizado, seguro e resolutivo, compatível com os mais altos padrões de qualidade”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.
Mais de 17 mil atendimentos já foram realizados no Hospital Central, entre consultas em sete especialidades cirúrgicas pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas, além de exames de imagens e laboratoriais e cirurgias. Pacientes de 104 municípios de Mato Grosso já foram atendidos neste hospital, o que corresponde a mais de 73% do território estadual.
Até o final de julho, a unidade hospitalar entra em sua operação plena, ampliando para 12 o total de especialidades cirúrgicas. Serão inseridos procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas. Para isso, profissionais médicos de 36 especialidades foram contratados para compor a equipe do Hospital Central, proporcionando a integralidade da assistência, com diagnósticos precisos e rápidos e qualidade assistencial diferenciada, necessária à alta complexidade.
“Temos conseguido, desde o início da operação do Hospital Central, oferecer à população de Mato Grosso serviços de excelência que ainda não estavam disponíveis no SUS do estado, ampliando o acesso e trazendo uma nova realidade à população”, comemorou a diretora da unidade, Alessandra Bokor.
Os pacientes atendidos no hospital são encaminhados pela Central Estadual de Regulação. Para isso, os usuários do SUS precisam manter atualizados seus contatos junto à unidade de saúde de sua comunidade.
Sobre o Einstein
O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.
Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no SUS por meio da gestão de unidades públicas, que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência, e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
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