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Flamengo atropela Atlético-MG por 4 a 0 no Brasileirão

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Em uma noite de domínio absoluto e atuação impecável, o Flamengo aplicou uma goleada contundente por 4 a 0 sobre o Atlético-MG, na Arena MRV, neste domingo, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Jogando fora de casa, o Rubro-Negro foi superior, eficiente e não deu chances ao adversário, que tentou reagir, mas parou nas grandes defesas de Rossi e nos erros defensivos ao longo da partida.

O jogo

O Atlético até tentou ditar o ritmo nos minutos iniciais, mantendo mais posse de bola, mas foi o Flamengo quem abriu o placar. Aos 9 minutos, Pedro começou sua grande noite: recebeu cruzamento rasteiro de Samuel Lino e completou para o fundo do gol, colocando os cariocas na frente.

A partir daí, o time de Tite encontrou espaços com facilidade. Aos 31, Gonzalo Plata marcou um golaço, arrancando da intermediária e finalizando com categoria no canto de Éverson, ampliando a vantagem flamenguista.

O Galo tentou diminuir, mas parou em Agustín Rossi, que fez defesas fundamentais — incluindo uma à queima-roupa após cabeceio de Tomás Cuello, que ainda explodiu no travessão.

Antes do intervalo, ainda houve tempo para o terceiro gol. Aos 47, Giorgian De Arrascaeta recebeu cruzamento perfeito de Varela e testou firme, aumentando o placar para 3 a 0. O Flamengo foi para o vestiário com total controle e a Arena MRV em silêncio.

Segundo tempo

O Atlético-MG voltou tentando reagir. Scarpa, Cuello e Minda criaram boas oportunidades, mas Rossi manteve o alto nível e evitou qualquer ameaça de mudança no placar.

O Flamengo, por sua vez, administrou o jogo e esperou o momento certo para matar de vez a partida — e ele veio aos 41 minutos. Após boa troca de passes pela direita, Luiz Araújo acionou Evertton Araújo, que cruzou rasteiro para Pedro marcar seu segundo gol e fechar a goleada em 4 a 0.

O VAR ainda revisou o lance, mas confirmou o gol rubro-negro.

Galo tenta, mas não fura o bloqueio

Apesar de somar 18 finalizações contra apenas 7 do Flamengo, o Atlético-MG esbarrou na falta de precisão e em falhas defensivas decisivas. A equipe mineira teve chances com Scarpa, Victor Hugo e Natanael, mas sem sucesso.

No fim, o Flamengo tocou a bola e esperou o apito final diante de um adversário abatido e pressionado pela torcida.

FICHA TÉCNCIA
Atlético-MG 0 x 4 Flamengo
Local Arena MRV, Belo Horizonte (MG)
Data/Hora 26/04/2026, às 20h30
Arbitragem Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (Fifa-RS); Assistentes: Danilo Manis (Fifa-SP) e Maira Mastella Moreira (Fifa-RS)
Cartões Amarelos Varela, Samuel Lino (Flamengo)
Gols 7’/1ºT – Pedro (0-1); 30’/1ºT – Plata (0-2); 45’/1ºT – Arrascaeta (0-3); 38’/2ºT – Pedro (0-4)
Atlético-MG Everson, Natanael, Ruan, Vitor Hugo e Kauã Pascini; Alan Franco (Tomás Pérez), Maycon (Gustavo Scarpa) e Victor Hugo; Bernard (Minda), Cuello (Dudu) e Cassiera. Técnico: Eduardo Domínguez
Flamengo Rossi, Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira (Vitão) e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Evertton Araújo, Jorginho (Saúl) e Arrascaeta (Bruno Henrique); Plata, Samuel Lino (Luiz Araújo) e Pedro. Técnico: Leornado Jardim

Fonte: Esportes

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.

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