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Secretário de Serviços Públicos afirma que mudanças na limpeza urbana trouxeram mais eficiência na prestação de serviços em Várzea Grande

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O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton, afirmou que as mudanças no contrato e na empresa prestadora de serviços tornaram a limpeza urbana mais eficiente, com aumento no número de trabalhadores nas ruas. As declarações foram feitas durante sessão na Câmara Municipal, nesta terça-feira (14).

Gerson respondeu aos questionamentos dos parlamentares e ouviu as demandas da sociedade. Segundo o secretário, a empresa anterior não cumpria o contrato nem as convenções coletivas da categoria, além de não prestar o serviço conforme o acordo estabelecido.

A empresa anterior contava com cerca de 90 funcionários, enquanto a atual prestadora já ultrapassa 120 trabalhadores. Diante disso, a Prefeitura rescindiu o contrato e realizou uma contratação emergencial, garantindo o princípio da continuidade do serviço público.

“A antiga empresa recebia por hora trabalhada; hoje, a nova contratada recebe por metro quadrado, ou seja, por produção. Com isso, passamos a pagar efetivamente pelo serviço prestado e pela eficiência da empresa. Mesmo com as dificuldades e com o período chuvoso, que aumenta a demanda por limpeza, melhoramos a eficiência na prestação do serviço”, afirmou Scarton.

“Melhoramos muito. Infelizmente, ficamos um período contando apenas com os trabalhadores próprios da Prefeitura, pois a empresa estava em fase de contratação de funcionários, o que acabou acumulando serviços. Em breve, estaremos com tudo regularizado. Sabemos que ainda não está perfeito, por isso conto com a colaboração dos munícipes, vereadores e de todos para fiscalizar os serviços da Secretaria. As reclamações ainda existem, mas houve melhora, e estamos tendo um saldo positivo”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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