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Força Tática prende homem por tráfico de drogas e apreende 42 porções de entorpecentes

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam um homem, de 29 anos, pelos crimes de tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta terça-feira (31.3), em Cuiabá. Com o suspeito, foram apreendidas 42 porções de maconha e cocaína, um revólver calibre .38 e uma quantia de R$ 100.

Durante patrulhamento tático, a equipe policial recebeu informações de populares de que um homem, utilizando uma tornozeleira eletrônica, estava comercializando entorpecentes no bairro Santa Isabel. Diante da denúncia, os policiais se deslocaram até o endereço indicado e localizaram o suspeito em frente a uma residência.

O suspeito, ao ver a presença policial, fugiu para o interior do imóvel. Em seguida, a equipe realizou a abordagem em um dos cômodos. Na ação, os militares localizaram um revólver calibre .38 em poder do suspeito e duas porções de maconha e duas de cocaína.

Logo após, durante buscas na residência, a equipe policial encontrou mais 40 porções de cocaína, uma quantia em dinheiro e material de preparo. Diante dos fatos, o homem foi encaminhado para a Central de Flagrantes, junto com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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