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Ator Juca de Oliveira morre aos 91 anos em São Paulo

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Morreu neste sábado, aos 91 anos o ator, escritor e dramaturgo Juca de Oliveira. Ele estava internado deste o dia 13 de março, na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com um quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica.

A morte foi comunicada, pela família, em nota à imprensa. Logo após o anúncio, amigos de trabalho e fãs prestaram homenagens nas redes sociais, destacando a importância de Juca de Oliveira para o teatro, a televisão e o cinema no Brasil.

Na nota, a família lembrou que ele era membro da Academia Paulista de Letras e teve uma trajetória marcada não apenas como intérprete, mas também como autor e diretor de obras relevantes, com olhar crítico, sensibilidade social e forte conexão com o público.

Ao longo da carreira, participou de mais de 30 novelas e minisséries, além de atuar em mais de dez filmes e cerca de 60 peças de teatro, muitas delas também escritas por ele.

José Juca de Oliveira Santos nasceu em 16 de março de 1935, na cidade de São Roque, no interior de São Paulo, e iniciou sua carreira no teatro nos anos 1950.

O velório acontece na tarde deste sábado em cerimônia restrita a amigos e familiares.


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria é tema de pesquisa sobre comunicação e cidadania

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O programa Viva Maria desta segunda-feira, 17, segue em ritmo de celebração pelos seus 45 anos, com o projeto “Viva Maria na Academia”. Lançado em março deste ano, o projeto já identificou cerca de 30 trabalhos acadêmicos que têm o programa como objeto de pesquisa e analisam sua trajetória e contribuição para a comunicação pública e para a luta pelos direitos das mulheres.

A convidada desta edição é a jornalista paraense Gabriela Sobral Marques Feitosa, autora do trabalho “Viva Maria: uma voz em prol das mulheres no rádio”, defendido em 2012, no Instituto de Educação Superior de Brasília, o IESB.

Gabriela conta que seu interesse pelo programa surgiu depois de assistir, na TV Brasil, a uma reportagem do Caminhos da Reportagem sobre a trajetória de Mara Régia e sua atuação na Rádio Nacional da Amazônia. Paraense e amazônida, a pesquisadora se identificou com a relação construída pelo programa com as mulheres da região e com a capacidade do rádio de levar informação e cidadania.

Para desenvolver a pesquisa, Gabriela consultou arquivos dos jornais Correio Braziliense e Jornal de Brasília, além de bibliografia sobre mobilização social, comunicação popular e educomunicação. A partir da análise de conteúdo de diferentes edições do programa, ela investigou a contribuição do Viva Maria para a mobilização das mulheres e para a comunicação de interesse público.

O trabalho também aborda a relação do programa com o movimento de mulheres e destaca referências como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria, o CFEMEA.

Na entrevista, Gabriela fala ainda sobre a importância de preservar, por meio da pesquisa acadêmica, a memória de um programa que há 45 anos articula informação, cidadania e defesa dos direitos das mulheres pelas ondas do rádio.

O Viva Maria também convida pesquisadores que tenham produzido artigos, trabalhos de conclusão de curso, dissertações ou teses sobre o programa a participar do projeto “Viva Maria na Academia”. Os interessados podem enviar informações sobre suas pesquisas para: vivamariaano45@gmail.com.


Fonte: EBC Cultura

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