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MPMT prestigia abertura da temporada 2026 do Sesi dedicada às mulheres

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou, no sábado (07.03), da abertura da temporada 2026 do projeto Sesi no Teatro, realizada no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, em Cuiabá.
A instituição foi representada pela subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Januária Dorilêo, que destacou a relevância da cultura como instrumento de promoção e valorização da mulher.

O evento marcou o início da programação anual do Sesi com o concerto “Elas”, apresentado pela Orquestra Sesi Mato Grosso. Inspirado pelo Dia Internacional da Mulher, o espetáculo celebrou a força feminina por meio da música, reunindo diferentes estilos, intérpretes e composições sob a regência do maestro convidado Fabrício Carvalho.
Entre os momentos de destaque, esteve a homenagem à compositora Chiquinha Gonzaga, referência histórica da música brasileira e símbolo de resistência e inovação. A programação também contou com apresentações de Tay Rodrigues, Akane, Marih e Estela, que levaram ao palco interpretações marcantes de repertórios nacionais e internacionais.
A subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Januária Dorilêo, destacou a parceria com a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt).
“Nos próximos dias, o Ministério Público celebrará um termo de cooperação técnica com a federação. Estaremos presentes em diversas iniciativas voltadas ao combate à violência doméstica, promovendo ações educativas, de conscientização e de prevenção. Essas atividades estão previstas em escolas do Sesi, em espaços públicos e também no Shopping Pantanal, com o objetivo de ampliar o diálogo com a sociedade, informar sobre direitos e fortalecer a rede de proteção às mulheres”, informou.
Durante a abertura, o presidente do Sistema Fiemt, Silvio Rangel, destacou a missão institucional do Sesi em ampliar a participação da sociedade em atividades culturais.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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