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Prefeitura de Sorriso inicia ciclo de formações continuadas para profissionais da educação

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O ciclo de formações continuadas 2026 prevê 16 encontros presenciais no CEMFOR, com capacitação voltada aos profissionais da rede municipal de ensino.

A Prefeitura de Sorriso, por meio da Secretaria Municipal de Educação, iniciou nesta segunda-feira (9) o Ciclo de Formações Continuadas 2026 voltado aos profissionais da rede municipal de ensino. As atividades são realizadas no Centro Municipal de Formação para Profissionais da Educação (CEMFOR), estrutura destinada à qualificação permanente dos servidores da área educacional.

Ao longo do ano, estão previstos 16 encontros presenciais, totalizando 64 horas de capacitação. O cronograma contempla 49 turmas e assegura duas atividades mensais aos participantes, com foco na atualização profissional, no aperfeiçoamento das práticas pedagógicas e na melhoria contínua do ensino ofertado à comunidade escolar.

A secretária municipal de Educação, Adriana Reichert, destacou que a iniciativa integra as políticas públicas voltadas à valorização dos educadores e ao fortalecimento da educação no município. “A formação continuada contribui diretamente para o trabalho desenvolvido nas unidades escolares e reafirma o compromisso da gestão municipal com os educadores, os estudantes e toda a população. Investir em qualificação é investir na qualidade do ensino público”, afirmou.

As formações seguem cronograma definido pela Secretaria Municipal de Educação e ocorrem ao longo de todo o ano letivo.

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Sorrisenses participam do Fórum Nacional de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes

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A coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Integrar (CAPSi)/Integrar, Luciana Azevedo e a enfermeira Lígia Souza Leite acompanham o jovem sorrisense Geraldo Augusto Stahlschmidt Xavier em Brasília. Nesta segunda-feira, 30 de junho, Geraldo participou de uma das mesas redondas do Fórum Nacional de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes e fez um relato de experiência em que defendeu a importância de políticas públicas voltadas à saúde mental.

“Vejo que ainda há um grande tabu a ser quebrado em ralação á saúde mental e precisamos falar sobre o assunto; quebrar esse tabu é uma grande missão”, avalia o jovem que salienta a importância de ter recebido acompanhamento.

“Para nós da equipe o Geraldo é símbolo de superação: esse entusiasmo com que ele fala, conta sua experiência e defende a importância desse debate é maravilhoso”, pontua Luciana. A coordenadora completa que políticas públicas se constrói ouvindo pessoas e nada mais justo e correto do que “ouvir dos adolescentes e crianças quais as necessidades deles”, diz.

Organizado pelo Departamento de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) do Ministério da Saúde, a atividade reúne crianças e adolescentes, além de profissionais dos Centros de Atenção Psicossocial , pesquisadores da Fiocruz, equipes técnicas do Ministério e representantes de movimentos sociais.

O Ministério da Saúde conduz a escuta para compreender, diretamente das vivências dos participantes, os desafios, expectativas e contribuições para o fortalecimento do cuidado em saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS) , especialmente no âmbito dos Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e da Rede de Atenção Psicossocial.

Entre os principais pontos que vem sendo levantados pelos jovens participantes, destacam-se a necessidade de ampliar a divulgação sobre o papel dos CAPS, o incentivo ao diálogo sobre saúde mental nas escolas e nas famílias, o enfrentamento de estigmas e preconceitos, o fortalecimento de ambientes acolhedores com espaço para arte e expressão e a ampliação da participação social por meio de conteúdos digitais e instrumentos oficiais de consulta.

Para o Coordenador-Geral de Redes e Serviços de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Vinícius Vieira, a escuta nacional representa um passo central na ampliação do cuidado. “É muito significativo para nós escutar cada um de vocês. Tudo o que trouxeram aqui nos ajuda a entender melhor o que precisa avançar no cuidado em saúde mental de crianças e adolescentes em todo o país”.

O Fórum Nacional reúne representantes de diversos setores do Governo Federal, da sociedade civil e dos delegados gestores, trabalhadores e usuários do SUS das cinco regiões do país para debater as propostas, consolidando uma política pública forte, integrada e baseada no diálogo com quem vivencia o cuidado.

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