Cultura
Reveillón no Rio deve atrair 5 milhões de pessoas; confira programação
Cultura
O Réveillon na cidade do Rio de Janeiro pode movimentar cerca de R$ 3,2 bilhões, 6% acima do valor da virada anterior.

Os dados são da prefeitura municipal. A estimativa é que mais de 5 milhões de pessoas participem dos eventos espalhados pela cidade. Somente Copacabana deve ter metade desse público.
Segundo a Riotur, a Empresa de Turismo do Município, o réveillon do Rio é a maior virada do mundo e só perde em movimento econômico para o carnaval.
E os efeitos da festa são diretos sobre setores como hospedagem, alimentação, transporte e serviços, de acordo com a Riotur.
Atrações dos palcos
Em Copacabana, haverá shows de Gilberto Gil e Ney Matogrosso no Palco Rio, o principal da praia, em frente ao Hotel Copacabana Palace.
Também vão se apresentar Alcione, João Gomes e Iza, DJ Alok, Belo e a escola de samba Beija-Flor.
O Palco Samba, na altura da Rua República do Peru, tem apresentações de Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira, o Bloco da Preta e a escola de samba Grande Rio.
No Palco Leme, de música gospel, as atrações serão Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o grupo de pagode gospel Marcados.
Cultura
Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta
A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.
A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi.
Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.
Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
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