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PF prende preventivamente investigado relacionado a operação de combate ao abuso sexual infantil

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Bagé/RS. A Polícia Federal prendeu preventivamente, neste sábado (19/12), um indivíduo relacionado à Operação Rede Segura, que objetiva reprimir os crimes de armazenamento e compartilhamento de conteúdo envolvendo exploração sexual infantil. 

O inquérito policial teve início a partir do recebimento de informações que indicavam o armazenamento e difusão de imagens de abuso sexual infantil através da internet. 

A partir de diligências realizadas, a Polícia Federal identificou o suspeito e, no dia 14 de novembro de 2025, realizou buscas na residência do suspeito.

Logo após o cumprimento da medida probatória, a PF recebeu informações acerca de dois estupros de vulnerável praticados pelo indivíduo contra duas crianças, uma com cinco e outra com nove anos de idade.

Diante dos fatos, e do grave risco à ordem pública e à integridade física e psicológica dos menores envolvidos, foi representado ao Poder Judiciário pela expedição de mandado de prisão preventiva em desfavor do indivíduo, medida que foi cumprida nesta data.

Comunicação Social da Delegacia de Polícia Federal em Bagé

Fone: (53) 3240.9000

Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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