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Festival Kebrada começa nesta quarta-feira (17) em São Luís

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O maior festival de cultura de rua do Maranhão começa nesta quarta-feira (17). É a 8ª edição do Festival Kebrada, que acontece em São Luís, no Centro Cultural Vale Maranhão, que fica no Centro Histórico da capital.

Até o próximo sábado, o espaço cultural recebe uma intensa programação gratuita com shows, batalhas, slams, dança, discotecagem e tudo mais que a cultura urbana periférica maranhense agrega na sua identidade.

A abertura nesta quarta-feira (17) começa a partir das 19h. Estão previstas a apresentação do DJ MTS, seguido de batalha de MCs e encerrando com o show do rapper e produtor musical, Adys.

Outro destaque do evento é o mural de grafite, que é produzido durante os quatro dias do evento e que vai emoldurar o pátio do Centro Cultural até a próxima edição do Kebrada, no final de 2026. Este ano, foram convidados cinco artistas da arte urbana maranhense, entre eles o multiartista Caju Moura e as grafiteiras Geiza Soares e Lea Pac.

Quem faz o show de encerramento no sábado, a partir das 21h30, é o rapper Rapadura, pioneiro ao unir rap e cultura tradicional nordestina. O artista construiu um estilo singular que o levou a parcerias com O Rappa, Alok, BaianaSystem e à indicação ao Grammy Latino.

A programação do 8º Festival Kebrada está disponível no Instagram @centroculturalvalemaranhao.




Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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