Mato Grosso
Desenvolve MT viabiliza melhorias em espaço de coworking em Cuiabá
Mato Grosso
Alexandre Gorzoni encontrou uma solução moderna e colaborativa que combina infraestrutura profissional, economia e networking. Ao empreender e criar a Coworking Pantanal, ele desenvolveu um espaço para quem busca flexibilidade e conexões sem abrir mão de uma estrutura organizada. Com o apoio da Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, conseguiu aprimorar o espaço.
Desde cedo, Alexandre tinha afinidade com tecnologia e, por volta dos 20 anos, mudou-se para São Paulo para trabalhar na área. Criou sua primeira empresa de tecnologia e conheceu o conceito de coworking, espaços compartilhados de trabalho que oferecem infraestrutura profissional e ambiente colaborativo para diferentes empreendedores e profissionais. Ao retornar a Cuiabá. Naturalmente, buscou um espaço colaborativo para trabalhar, trazendo para sua cidade natal a experiência adquirida nos grandes centros. Porém, não encontrou muitas opções disponíveis.
“Em 2014 eu decidi dar vida a um sonho, abrir um coworking no modelo que eu acreditava ser o mais interessante. Continuei trabalhando nas mesmas empresas, mas ao mesmo tempo comecei uma obra sem grandes pretensões. Aos poucos, fui reformando o espaço: troquei o contrapiso, o telhado e toda a estrutura elétrica. Era um imóvel que já era meu, mas estava alugado como residência, e eu enxerguei nele a oportunidade de criar algo novo”, relata Alexandre.
A obra começou e durou cerca de um ano e meio, com inauguração oficial em 2016. O diferencial do espaço foi oferecer serviços integrados, como endereço fiscal para empresas, recebimento de correspondências e apoio administrativo, além da locação de salas.
Alexandre conheceu a Desenvolve MT em um momento decisivo: durante a pandemia de 2020. Naquele período, havia iniciado uma reforma em um espaço destinado ao empreendimento, aproveitando recursos próprios para estruturar a área. A obra estava em andamento quando a pandemia chegou, trazendo grandes incertezas.
Nesse cenário, Alexandre percebeu que precisava de apoio financeiro. Após pesquisar e entender melhor o papel da Desenvolve MT, decidiu apresentar um projeto para obter suporte. O financiamento foi aplicado em serviços e materiais de acabamento, pintura, banheiros, cadeiras e mão de obra. Com isso, conseguiu concluir as salas e inaugurá-las ainda durante a pandemia.
O momento foi oportuno: muitas empresas estavam devolvendo grandes escritórios, sem necessidade de manter espaços pequenos. Algumas salas do coworking passaram a ser usadas como estoques temporários, enquanto outras foram ocupadas por profissionais, como psicólogos, que precisavam de ambientes menores e adequados para atender seus clientes.
“O crédito da Desenvolve MT deu fôlego ao nosso negócio. Com o capital de giro, conseguimos reformar, investir em detalhes e deixar o coworking pronto para rodar. Não é fácil empreender, mas com pé no chão e muito trabalho, eu e minha sócia transformamos o sonho em realidade”, afirma Alexandre.
Assim, a primeira solicitação de crédito foi em 2020, fundamental para que o Coworking Pantanal se consolidasse. Desde então, Alexandre vem realizando melhorias contínuas e contou com a Desenvolve MT, mais uma vez em 2025, para apoiar novos avanços, como a substituição gradual das cadeiras e a modernização dos espaços, sempre com foco em oferecer qualidade e funcionalidade para os usuários.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual
A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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