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Viva Maria celebra o Dia Nacional do Livro com poesia

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Oi, oi, gente amiga deste nosso programa que, mais do que nunca, abre o livro! E isso porque hoje é o Dia Nacional do Livro, em homenagem à Biblioteca Nacional do Brasil, fundada em 29 de outubro de 1810.

E aqui estamos nós para lembrar a importância não só dessa biblioteca, mas, acima de tudo, do livro — que é sempre o nosso horizonte, a luz que nos guia nessa vida. Principalmente quando a poesia (que dizem, salva!) nos socorre nos momentos mais perversos.

E o mais interessante é que, justo hoje, estou com a incumbência de apresentar a vocês a Fran Cerqueira, organizadora da III Antologia da AESSP — Associação de Escritores do Sul e do Sudeste do Pará.

E, para o nosso contentamento, nessa coletânea está aquele poema que a gente já sabe até de cor, da querida Kennya Silva, nossa Maria Quarqué, que pela primeira vez ganha as páginas de um livro!

Em nome de todas as Marias que aqui estão aplaudindo nossa poeta, agradeço a presença de Fran Cerqueira, que conversa com a gente sobre a organização da antologia, bem como sobre a temática escolhida: “A poesia contra toda violência ao feminino.”


Fonte: EBC Cultura

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Em Cachoeira (BA), Festa da Boa Morte começa nesta quinta-feira

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Começa nesta quinta-feira (13) e segue até a próxima segunda (17) a Festa da Boa Morte, realizada há mais de 200 anos na cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. A tradição secular é celebrada somente por mulheres que fazem parte da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, reunindo missas, procissões, gastronomia e atividades culturais.

O administrador do centro cultural da Irmandade, Valmir dos Santos, explica como a organização tem trabalhado para preservar a tradição e receber cada vez mais visitantes na cidade histórica:

“As mulheres daqui preservam e salvaguardam isso com muito vigor. A gente sabe que não existe um livro, uma Bíblia, uma coisa para dar esse norte, para seguir, mas essa força ancestral, de uma passando para outra. E, depois, tiveram a inteligência de, já agora, no início do século XXI, criar um estatuto, justamente para salvaguardar esse processo.”

Segundo os historiadores, a Irmandade da Boa Morte surgiu a partir da união de mulheres que haviam sido escravizadas, com o objetivo de conseguir a alforria e facilitar a fuga de outros escravos. Desde então, as integrantes mantêm o legado das ancestrais, passando a tradição de mãe para filha e levando o espetáculo de devoção para as ruas da cidade, em uma homenagem a Nossa Senhora da Boa Morte.

A atual presidente da irmandade é Cleusa Maria Santana, que explica como é fazer parte da confraria e destaca o momento de maior emoção durante as celebrações:

“O momento mais importante para mim é o dia 15. É uma celebração de Nossa Senhora da Glória, na qual ela não morreu, foi uma dormição. E, no dia 15, ela é levada ao céu, a assunção da bem-aventurada Virgem Maria, a mãe de Jesus. A porta para a vitória da humanidade redimida, glória que alcançaremos acolhendo e vivendo a palavra de Deus.”

A programação completa, que segue até a próxima segunda-feira, pode ser conferida no perfil no Instagram @irmandadedaboamorte.oficial.




Fonte: EBC Cultura

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