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SP: 5º Festival Mário de Andrade celebra os 100 anos da Biblioteca

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Acontece neste fim de semana, em São Paulo, o 5º Festival Mário de Andrade, que celebra os 100 anos da Biblioteca Mário de Andrade. O evento gratuito reúne mais de 100 atividades de literatura, música, teatro, cinema e artes visuais.

A abertura reúne Alaíde Costa, Eliana Pittman e Graça Braga no palco do Auditório da Biblioteca Mário de Andrade para o show Pérolas Negras, que homenageia as mulheres sambistas. Ao longo do sábado e domingo, tem ainda shows da cantora Catto homenageando os 50 anos do álbum Fruto Proibido de Rita Lee, e show do músico Di Melo junto de Rashid e Paula Lima.

No centenário da biblioteca, o festival discute o papel da leitura no século XXI e reflete sobre memória e futuro, tradição e inovação. Autores, pesquisadores e professores participam de debates sobre o legado de Mário de Andrade e oferecem oficinas práticas e clubes de leitura.

Além da palavra escrita, o evento destaca a palavra falada e as performances, com atividades como o Sarau do Binho, Marginália e o Slam das Manas. Rodrigo Massi, Secretário Adjunto de Cultura e Economia Criativa de São Paulo e diretor da Biblioteca Mário de Andrade, destaca algumas das atrações, como mesas de conversa, performance e Lin da 

O encerramento fica por conta da Companhia do Latão, que encena Losango Cáqui, texto de Mário de Andrade. Ainda entre as atrações teatrais estão o cortejo O Bailado do Deus Morto, homenagem do Teatro Oficina a Flávio de Carvalho e o monólogo de Othon Bastos Não me entrego, não!.

O Festival Mário de Andrade é também uma oportunidade de encontro com os livros na feira que conta com a participação de mais de trinta editoras e coletivos.

Além do espaço da biblioteca, o festival também acontece na Hemeroteca, Praça das Artes, Casa Mário de Andrade e na Praça Dom José Gaspar. Todas as atividades são gratuitas e não precisa retirar ingresso antes. Programação completa pode ser consultada no site da prefeitura de São Paulo.


Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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