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PF deflagra a Operação Ignota para combater importação clandestina de remédios para emagrecimento

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Rio de Janeiro/RJ. Na manhã desta terça-feira, 21/10, a Polícia Federal deflagrou a Operação Ignota para reprimir uma associação criminosa que atua na importação clandestina e receptação de medicamentos de procedência desconhecida, destinados a tratamentos para emagrecimento em clínicas médicas.

Na ação de hoje, policiais federais cumprem três mandados de busca e apreensão em uma clínica médica e residências de investigados, localizadas nas cidades do Rio de Janeiro e São Gonçalo/RJ.

A investigação, que conta com o apoio da ANVISA, foi iniciada a partir do aumento expressivo de apreensões de remédios para emagrecimento na fiscalização aeroportuária, os quais são importados clandestinamente e desviados para comercialização em clínicas médicas. As apurações também tiveram como ponto de partida a prisão de um servidor da ANVISA que havia subtraído e desviado cerca de 100 canetas emagrecedoras previamente apreendidas.

A importação clandestina de fármacos do tipo representa um risco para a saúde pública, em razão da impossibilidade de verificação da real procedência dos medicamentos, além da ausência de procedimentos regulares de armazenamento e transporte.

Os investigados poderão responder pelos crimes de Importação e venda de medicamento de procedência ignorada, bem como receptação qualificada.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] 
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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Comissão aprova cota de 15% no Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda de até R$ 1,8 mil

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto que obriga o governo federal a destinar no mínimo 15% do orçamento total do Programa Minha Casa, Minha Vida ao financiamento de moradias para a população de renda mais baixa.

Por recomendação do relator, deputado Paulo Guedes (PT-MG), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Desenvolvimento Urbano ao Projeto de Lei 3078/15, do Senado.

A única mudança feita pelos deputados foi atualizar o limite de renda das famílias beneficiadas por essa cota, que passou de R$ 1.600 para R$ 1.800 mensais, alinhando a regra à chamada “Faixa 1” do programa habitacional.

Guedes defendeu a importância de financiar a moradia para essa faixa de renda: “Quanto mais baixa a renda familiar, mais essencial é o Estado brasileiro proporcionar as condições para uma casa própria e uma vida digna”, afirmou o relator.

Ele explicou que a proposta não tem impactos orçamentários, servindo apenas como uma diretriz para a alocação dos recursos do programa.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcelo Oliveira

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