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Dupla de faccionados reage à abordagem da Força Tática e entra em confronto em Nova Mutum

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Policiais militares da Força Tática do 14º Comando Regional apreenderam duas armas de fogo e porções de drogas, nesta quarta-feira (15.10), em Nova Mutum. A ação envolveu dois homens faccionados, que reagiram com tiros à abordagem e entraram em confronto com a PM.

Conforme o boletim de ocorrência, a Força Tática realizava abordagens de rotina em veículos suspeitos na rodovia MT-249, pela Operação Tolerância Zero, e flagrou um Chevrolet Ônix trafegando em alta velocidade, que não parou na barreira montada pelos policiais.

Diante da situação, os militares iniciaram acompanhamento e deram diversas ordens de parada, por meios de sinais sonoros e luminosos da viatura, que foram desrespeitadas pelos suspeitos.

Após alguns quilômetros de perseguição pela rodovia, o veículo foi interceptado. Os dois suspeitos desceram do Ônix com armas de fogo em punho, apontando em direção aos policiais, que reagiram à ação com disparos, atingindo a dupla.

No local, os militares apreenderam as duas armas de fogo utilizadas pela dupla, sendo um revólver e uma pistola. Além disso, foram apreendidas no carro porções de maconha, cocaína e pasta base de cocaína.

Os dois homens estavam com sinais vitais e foram conduzidos pela equipe da Força Tática até o Pronto Socorro de Nova Mutum, onde não resistiram e morreram.

Os suspeitos foram identificados como Jeová Adrian da Silva Campos e Diego da Conceição Semeler, membros de facção criminosa e que somavam juntos 14 passagens policiais por crimes de tráfico de drogas, roubo, porte ilegal de arma, sequestro e cárcere privado, lesão corporal, entre outros.

A equipe da Força Tática fez o registro do boletim de ocorrência e tomou todas as medidas cabíveis que o caso requer.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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