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Polícia Militar conduz dois homens por lesão corporal em briga familiar em Colniza

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Policiais militares prenderam dois homens, de 18 e 23 anos, por lesão corporal, na madrugada desta segunda-feira (6.10), em Colniza. Durante uma briga familiar, o suspeito ao agredir a namorada com um empurrão e tentativa de enforcamento, foi surpreendido pelo filho da vítima, que desferiu socos em seu rosto.

A equipe policial da 11ª Companhia Independente foi acionada por uma funcionária do Hospital Municipal André Maggi relatando que um homem deu entrada no atendimento com hematomas na face e olhos inchados, após ser agredido. Os policiais se deslocaram até o hospital para verificar os fatos.

Ao chegar na unidade, o homem relatou à PM que estava deitado com a namorada e foi surpreendido com o filho dela exigindo a chave do portão. Em seguida, iniciaram uma discussão resultando nas agressões.

Os militares iniciaram as buscas pelo suspeito e o localizou com sua mãe em sua residência. Questionado sobre a agressão, a mulher informou que a discussão iniciou por conta da chave da garagem que estava com o namorado e que o mesmo não quis entregá-la. Em determinado momento, iniciou-se uma discussão, onde foi agredida por ele com um empurrão e tentativa de enforcamento.

De acordo com as informações da vítima, ela ainda ressalta que o homem ingeriu ingeriu bebida alcoólica e tem um comportamento agressivo, além de praticar autoagressão. E confirma que no momento que estava sendo agredida, seu filho tentou defendê-la, desferindo socos no rosto do suspeito. Diante dos fatos, os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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