Várzea Grande
Prefeitura realiza patrolamento no bairro Monte Castelo após liberar o tráfego em travessia
Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, realiza nesta semana o patrolamento no bairro Monte Castelo, serviço que nivela e compacta o solo, preparando as ruas para o período chuvoso e garantindo maior segurança e trafegabilidade para os moradores.
O serviço acompanha a recente construção de uma travessia de concreto, liberada para o tráfego, que substituiu a antiga estrutura de madeira a qual foi derrubada pelas chuvas no ano passado. A nova obra, equipada com aduelas e materiais de maior qualidade, liga o Monte Castelo ao bairro Vila Operária, na região do Capela do Piçarrão, oferecendo maior resistência e espaço adequado para a vazão da água, evitando transtornos antigos.
Além da travessia, os moradores enfrentavam problemas com ruas intrafegáveis, mato, buracos e acúmulo de terra. O patrolamento atua diretamente nessas áreas, nivelando e compactando as vias, garantindo mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores do Monte Castelo.
“Após a ação emergencial para reconstruir a travessia, seguimos dando atenção ao bairro, melhorando a trafegabilidade e, sobretudo, a vida dos moradores”, destacou o secretário de Viação, Obras e Urbanismo, Celso Pereira.
Ele ainda ressaltou que existe um projeto em estudo para pavimentação asfáltica do bairro, que poderá ser viabilizado, em breve, por meio de emenda parlamentar, garantindo infraestrutura definitiva para a comunidade.
Várzea Grande
Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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