Polícia Federal
PF deflagra operação contra exploração ilegal de madeira da Terra Indígena Roosevelt/RO
Polícia Federal
Vilhena/RO. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18/9), a Operação Traidores Originários, com o objetivo de desarticular associação criminosa dedicada à extração, transporte e comercialização de madeira retirada ilegalmente da Terra Indígena Roosevelt, em Rondônia.
Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos municípios de Espigão d’Oeste/RO, Ministro Andreazza/RO e Novo Horizonte do Oeste/RO, expedidos pela Vara Federal da Subseção Judiciária de Vilhena/RO, em razão de investigação conduzida pela Delegacia de Polícia Federal em Vilhena.
As apurações tiveram início em novembro de 2023, após a prisão em flagrante de um motorista que transportava toras de madeira nativa sem Documento de Origem Florestal (DOF), nas proximidades da Terra Indígena Roosevelt. O aprofundamento das investigações revelou a existência de uma estrutura criminosa organizada, envolvendo empresários do ramo madeireiro e lideranças locais, que se valiam de pagamentos ilícitos para permitir a exploração de áreas protegidas pela União.
A operação teve como finalidade apreender documentos, mídias eletrônicas, registros financeiros e comunicações que comprovem o funcionamento da cadeia criminosa, abrangendo desde a extração até a destinação da madeira , além de identificar a prática de crimes conexos, como associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Como resultado da operação, ainda, nas adjacências da Terra Indígena Roosevelt, foi realizada a prisão em flagrante de um indivíduo, que no momento da abordagem conduzia caminhão transportando madeira sem comprovação de origem lícita e utilizava rádio clandestino, comumente utilizado por madeireiros para escaparem das fiscalizações de agentes públicos.
Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia/RO
Tel. 69 99972-8890/ 69 3216-6208
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
CDH encerra semestre com mais de 100 propostas apreciadas
A presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), senadora Damares Alves (Republicanos-DF), apresentou nesta quarta-feira (15) um balanço das atividades do colegiado no primeiro semestre de 2026.
Segundo a senadora, a comissão apreciou 108 das 121 matérias distribuídas no período, realizou 22 reuniões deliberativas, promoveu 31 audiências públicas e deliberou sobre 426 expedientes relacionados a denúncias de violações de direitos humanos.
— Esta comissão virou uma central de recebimento de denúncias dos mais variados temas de violação de direitos humanos no Brasil — disse Damares.
Leis, participação social e fiscalização
Damares destacou a aprovação de projetos em votação final, de propostas que se transformaram em lei e de sugestões apresentadas por cidadãos por meio do Portal e-Cidadania, posteriormente convertidas em projetos de lei ou em indicações ao Poder Executivo.
A senadora também ressaltou a atuação da comissão na realização de audiências públicas, diligências, avaliações de políticas públicas e debates sobre temas como violência contra crianças e mulheres, doenças raras, inclusão de pessoas com deficiência, direitos dos povos indígenas e quilombolas, trabalho infantil, desaparecimento de crianças e enfrentamento aos impactos sociais das apostas esportivas.
Damares lembrou ainda a criação da subcomissão permanente para acompanhar a situação do povo ianomâmi, as diligências externas realizadas pela comissão e a interlocução com órgãos do Executivo.
— Os ministérios estão vindo até nós, não há resistência do atual governo em participar das discussões da comissão. Aqui respeitamos o trabalho de todo profissional que está na ponta. Fiquei muito feliz com os números trazidos por esse relatório — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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